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Brasil: justiça para a vereadora assassinada no Rio de Janeiro, Marielle Franco

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Comentário de Marta Hurtado, porta‑voz do Escritório de Direitos Humanos da ONU

GENEBRA (26 de fevereiro de 2026) – Saudamos a condenação emitida ontem pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, no emblemático caso de cinco pessoas — incluindo dois ex‑parlamentares e um ex‑delegado de polícia — por seu papel no assassinato, em 2018, da vereadora do Rio de Janeiro e defensora de direitos humanos Marielle Franco, e de seu motorista Anderson Gomes.

Franco foi uma defensora vocal contra o racismo e a discriminação baseada em gênero e orientação sexual, experiências que ela própria vivenciou. Ela também denunciava a brutalidade policial.

Embora dois ex‑policiais tenham sido condenados em 2024 pelo assassinato, a luta pela plena responsabilização continuou. A condenação dessas cinco pessoas que planejaram e ordenaram sua morte representam uma mensagem poderosa contra a impunidade e contribuem para a realização da verdade e da justiça para as vítimas.

Este caso deve incentivar as instituições brasileiras a agir com firmeza contra o racismo sistêmico e a discriminação baseada em gênero e orientação sexual, garantindo que todas as vítimas tenham acesso oportuno, imparcial e eficaz à justiça.

FIM

Original em inglês: Justice for Brazilian Human Defender killing | OHCHR

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