{"id":66640,"date":"2021-07-25T12:49:40","date_gmt":"2021-07-25T16:49:40","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/story\/mujeres-afrodescendientes-y-latinoamericanas-voces-por-los-derechos-en-todo-un-continente\/"},"modified":"2021-07-27T11:56:47","modified_gmt":"2021-07-27T15:56:47","slug":"mujeres-afrodescendientes-y-latinoamericanas-voces-por-los-derechos-en-todo-un-continente","status":"publish","type":"story","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/story\/mujeres-afrodescendientes-y-latinoamericanas-voces-por-los-derechos-en-todo-un-continente\/","title":{"rendered":"Mulheres, negras e latino-americanas: vozes que ecoam por direitos em todo um continente"},"content":{"rendered":"\n<p>Celebrado em 25 de julho, o <strong>Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e da Di\u00e1spora <\/strong>representa um marco da uni\u00e3o de vozes de mulheres afrodescendentes de todo um continente: a data surgiu em 1992, a partir do primeiro Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas ocorrido em Santo Domingo, na Rep\u00fablica Dominicana \u2014&nbsp;um evento que reuniu mais de 300 representantes de 32 pa\u00edses para denunciar opress\u00f5es e debater solu\u00e7\u00f5es na luta contra o racismo e o sexismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para marcar a data, a ONU Direitos Humanos na Am\u00e9rica do Sul conversou com quatro lideran\u00e7as de movimentos pelos direitos das mulheres negras que atuam hoje em dia em pa\u00edses da nossa regi\u00e3o: Cecilia Ramirez, do Peru; Miriam Gomes, da Argentina; Ros\u00e1lia Lemos, do Brasil; e Sonia Viveros, do Equador. Em suas falas, elas destacam a import\u00e2ncia da integra\u00e7\u00e3o continental na luta pelos seus direitos e de suas iguais, e refor\u00e7am que as demandas apresentadas em Santo Domingo, h\u00e1 quase 30 anos, devem seguir reverberando at\u00e9 hoje pelas vozes das novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cS\u00e3o quase tr\u00eas d\u00e9cadas em que muitas luas se passaram e com elas um milh\u00e3o de coisas. A primeira delas \u00e9 compreender o significado de pertencimento, depois, a reafirma\u00e7\u00e3o de uma identidade, e por fim, a luta pelos direitos e pela pr\u00f3pria voz\u201d, define a Sonia Viveros, da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional de Mulheres Negras (CONAMUNE) do Equador.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Ros\u00e1lia Lemos, professora e doutora de Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos (IFRJ) e ativista do feminismo negro no Brasil, \u201cesse \u00e9 um dia que significa comemorar toda a nossa trajet\u00f3ria, porque nossos passos v\u00eam de longe. Mas tamb\u00e9m \u00e9 um dia que nos faz refletir e avaliar at\u00e9 que ponto precisamos ainda avan\u00e7ar nessas sociedades racistas, sexistas, mis\u00f3ginas, violentas, e que t\u00eam o corpo negro, e especialmente o corpo das mulheres negras, como alvos de viola\u00e7\u00e3o de direitos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/NossasHist%C3%B3rias?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#NossasHist\u00f3rias<\/a>\u270f\ufe0f<br><br>Hoje \u00e9 o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e da Di\u00e1spora!\u270a\ud83c\udffe\u270a\ud83c\udfff<br><br>Nesta data s\u00edmbolo de sua for\u00e7a e luta, conhe\u00e7a quatro lideran\u00e7as defensoras dos direitos das mulheres <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/afrodescendentes?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#afrodescendentes<\/a> na Am\u00e9rica do Sul.<br><br>\u2139\ufe0f<a href=\"https:\/\/t.co\/RKVPmhlarj\">https:\/\/t.co\/RKVPmhlarj<\/a><br> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/N%C3%83OaoRacismo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#N\u00c3OaoRacismo<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/AeRSjGx57Y\">https:\/\/t.co\/AeRSjGx57Y<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/tylGcVITrb\">pic.twitter.com\/tylGcVITrb<\/a><\/p>&mdash; ONU Derechos Humanos &#8211; Am\u00e9rica del Sur (@ONU_derechos) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ONU_derechos\/status\/1419399353471578113?ref_src=twsrc%5Etfw\">July 25, 2021<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Ros\u00e1lia lembra que o encontro em Santo Domingo, e as pautas ali defendidas, s\u00e3o fruto das lutas de mulheres que vieram antes, e que devem ser reconhecidas. \u201cL\u00e9lia Gonzalez, j\u00e1 na d\u00e9cada de 1980, apontava para a import\u00e2ncia dessa interlocu\u00e7\u00e3o por um feminismo afro-latino-americano\u201d, relembra. \u201cNa hist\u00f3ria do feminismo negro do Brasil, a Irmandade da Boa Morte, formada por mulheres negras, era um movimento abolicionista em 1820. Repare que estamos falando de um per\u00edodo altamente perigoso para seus corpos neste pa\u00eds. Nosso processo de constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da resist\u00eancia se d\u00e1 desde o momento em que a primeira mulher negra pisou neste solo, na condi\u00e7\u00e3o de escrava.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para a professora Miriam V. Gomes Lima, membro da Sociedade Caboverdeana, do Agrupamento Todos com Mandela e da Comiss\u00e3o 8 de Novembro, na Argentina, a <a href=\"http:\/\/www.mujeresafro.org\/\">Rede de Mulheres Afro-latino-americanas, Afro-caribenhas e da Di\u00e1spora<\/a>, criada a partir de Santo Domingo, constitui uma das articula\u00e7\u00f5es regionais mais duradouras, coerentes, propositivas e pol\u00edticamente incidentes. \u201cOs desafios colocados pelo cen\u00e1rio atual dizem respeito \u00e0s d\u00edvidas hist\u00f3ricas para com nossas comunidades: a constru\u00e7\u00e3o de sociedades mais democr\u00e1ticas, equitativas, multiculturais, livres de racismo, sexismo, viol\u00eancia e exclus\u00e3o social\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E se o encontro de Santo Domingo fosse hoje?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As pautas defendidas no encontro de 1992 seguem na agenda dos movimentos e das redes de mulheres negras da Am\u00e9rica Latina e do Caribe. Entre conquistas e avan\u00e7os, novos desafios tamb\u00e9m se descortinam no horizonte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A populariza\u00e7\u00e3o de novas tecnologias \u2014 entre elas a internet \u2014 observada nas \u00faltimas d\u00e9cadas, por exemplo, possibilita maneiras inovadoras de se comunicar e integrar esses grupos, ampliando o alcance de suas vozes. Ao mesmo tempo, as plataformas digitais constituem tamb\u00e9m uma nova fronteira de amea\u00e7as contra os direitos humanos de afrodescendentes, abrindo espa\u00e7o a viola\u00e7\u00f5es que v\u00e3o desde a dissemina\u00e7\u00e3o de ataques virtuais e de discursos de \u00f3dio at\u00e9 o funcionamento enviesados de algoritmos que reproduzem comportamentos discriminat\u00f3rios de serem humanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Miriam Gomes, as novas tecnologias v\u00eam de \u201cm\u00e3os dadas\u201d com o surgimento do conceito de interseccionalidade: \u201cessa nova perspectiva surge do fato de podermos observar com lentes ampliadas nossa pr\u00f3pria realidade, alertando para as m\u00faltiplas opress\u00f5es que nos atravessam. Hoje seriam quest\u00f5es \u200bdessa agenda [em Santo Domingo]: a diversidade LGBTI+, de pessoas n\u00e3o bin\u00e1rias, o meio ambiente, as pr\u00e1ticas religiosas de matriz africana e o flagelo alarmante dos feminic\u00eddios\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA interseccionalidade \u00e9 esse exerc\u00edcio de compreender as diferen\u00e7as e lutar juntas pelas semelhan\u00e7as\u201d, complementa Sonia Viveros.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao refletir sobre o presente e o futuro, a peruana Cecilia Ramirez, do Centro de Desenvolvimento da Mulher Negra Peruana (CEDEMUNEP), lembra que a <a href=\"https:\/\/decada-afro-onu.org\/\">D\u00e9cada Internacional de Afrodescendentes<\/a> e a <a href=\"https:\/\/brasil.un.org\/pt-br\/sdgs\">Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel<\/a>, com o lema \u2018sem deixar ningu\u00e9m para tr\u00e1s\u2019, \u201cs\u00e3o uma grande oportunidade para que as mulheres afrodescendentes n\u00e3o sejam deixadas para tr\u00e1s, para que maiores esfor\u00e7os sejam feitos para tornar vis\u00edveis essas mulheres historicamente exclu\u00eddas, para uma resposta oportuna se materialize na transversaliza\u00e7\u00e3o da abordagem de g\u00eanero nas pol\u00edticas p\u00fablicas e a\u00e7\u00f5es afirmativas que nos permitir\u00e3o alcan\u00e7ar um desenvolvimento realmente sustent\u00e1vel.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNesse sentido, uma luta frontal e real contra o racismo estrutural e sist\u00eamico, e a discrimina\u00e7\u00e3o \u00e9tnico-racial, \u00e9 urgente\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>A fala de Cecilia Ramirez coincide com o que afirma o recente <a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/A_HRC_47_53_E_PORT.pdf\">relat\u00f3rio produzido pela ONU Direitos Humanos<\/a> sobre mudan\u00e7a transformativa para justi\u00e7a e igualdade racial. Apresentado em 12 de julho de 2021 pela Alta Comiss\u00e1ria Michelle Bachelet no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, o documento aborda o racismo sist\u00eamico e a viol\u00eancia policial contra pessoas afrodescendentes no mundo todo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entre sete incidentes emblem\u00e1ticos destacados no relat\u00f3rio, est\u00e1 o da afro-brasileira <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=xOwEzmtIW8o\">Luana Barbosa dos Reis Santos<\/a> \u2014 uma mulher l\u00e9sbica de 34 anos que foi espancada por policiais, ap\u00f3s uma abordagem, e acabou morrendo horas depois, em 2016. Al\u00e9m desses casos, o relat\u00f3rio aponta ainda que foram mapeadas mais de 190 mortes de pessoas africanas e afrodescendentes em contato com autoridades policiais ao redor do globo, nos \u00faltimos dez anos, sendo que 16% das v\u00edtimas eram mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos meses, a pandemia da COVID-19, que atinge a todos os pa\u00edses, tem impactado de forma desproporcional a popula\u00e7\u00e3o afrodescendente, sobretudo as mulheres perif\u00e9ricas. Em suas falas, as ativistas ressaltam que a hist\u00f3rica escassez de dados oficiais desagregados por etnia, ra\u00e7a e g\u00eanero dificultam uma an\u00e1lise mais minuciosa desse impacto em \u00e1reas como sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e renda.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA pandemia s\u00f3 aprofundou as desigualdades hist\u00f3ricas que j\u00e1 nos afetam\u201d, afirma Miriam Gomes. \u201cEntendemos que o caminho [para a recupera\u00e7\u00e3o] \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de fontes leg\u00edtimas de trabalho, legalmente registrado e devidamente remunerado, e uma distribui\u00e7\u00e3o equitativa da riqueza\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O futuro e o papel da juventude&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA luta continua e \u00e0s vezes parece ser mais dif\u00edcil, porque quanto mais caminhamos, mais obst\u00e1culos, mais estere\u00f3tipos e mais falsa aceita\u00e7\u00e3o aparecem, que s\u00f3 nos mostra que o racismo estrutural est\u00e1 l\u00e1 e se camufla com aqueles que se sentem diferentes\u201d, diz Sonia Viveros. \u201cA luta das mulheres negras \u00e9 pela igualdade de direitos, \u00e9 pela cidadania, \u00e9 para diminuir as brechas. \u00c0s jovens, digo \u2018o tempo passa&#8230;\u2019 como diz uma can\u00e7\u00e3o, para que elas n\u00e3o olhem as \u2018ancestrais\u2019, como nos chamam, como seus opostos, mas como suas aliadas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVencer o racismo n\u00e3o \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o individual, e sim uma a\u00e7\u00e3o coletiva. Porque os atos racistas s\u00e3o contra uma coletividade, contra uma forma de existir\u201d, complementa Ros\u00e1lia Lemos. \u201cA gente precisa ter um processo de educa\u00e7\u00e3o permanente \u2014&nbsp;de consci\u00eancia negra, de consci\u00eancia de g\u00eanero, de consci\u00eancia de identidade de g\u00eanero, de orienta\u00e7\u00e3o sexual. Enquanto houver racismo e sexismo na sociedade, n\u00e3o haver\u00e1 democracia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs jovens est\u00e3o fazendo um bom trabalho, est\u00e3o marcando a hist\u00f3ria\u201d, elogia Cecilia Ramirez. \u201cN\u00e3o permitam que nada nem ningu\u00e9m as detenha. Voc\u00eas n\u00e3o s\u00e3o o futuro, s\u00e3o o presente. Continuem fortalecendo sua lideran\u00e7a, seu ativismo, seus processos organizacionais, suas alian\u00e7as e lembre-se de que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito, muito importante\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Miriam Gomes finaliza: \u201cEu as encorajo a persistir no compromisso que j\u00e1 estou observando nelas, algo que me enche de esperan\u00e7a, j\u00e1 que elas vieram para revitalizar o panorama do feminismo afro. E com elas eu grito: o feminismo ser\u00e1 antirracista, ou n\u00e3o ser\u00e1 nada!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os direitos das mulheres afrodescendentes s\u00e3o direitos humanos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os direitos humanos de mulheres afrodescendentes s\u00e3o um tema priorit\u00e1rio para o Escrit\u00f3rio Regional da ONU Direitos Humanos na Am\u00e9rica do Sul. Nos \u00faltimos meses, diversas consultas t\u00eam sido realizadas com representantes de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil nesse sentido, sobretudo sobre em a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e combate ao perfilamento racial e de apoio \u00e0s m\u00e3es e familiares de v\u00edtimas da viol\u00eancia do Estado, em sua grande maioria composta por mulheres negras. Essas escutas produzem insumos importantes para que o escrit\u00f3rio articule com os diversos atores \u2014&nbsp;do governo e da sociedade civil \u2014&nbsp;a fim de contribuir com medidas de enfrentamento desses desafios. Al\u00e9m disso, campanhas de comunica\u00e7\u00e3o t\u00eam tomado curso periodicamente com foco no combate ao racismo sist\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Saiba mais sobre a D\u00e9cada da ONU para afrodescendentes (2015-2024): <a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"https:\/\/decada-afro-onu.org (abre en una nueva pesta\u00f1a)\" href=\"https:\/\/decada-afro-onu.org\" target=\"_blank\">https:\/\/decada-afro-onu.org<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\">Preocupado com o mundo em que vivemos?&nbsp;<strong>Ent\u00e3o defenda os direitos de algu\u00e9m hoje.<\/strong>#Standup4humanrights e visite a p\u00e1gina da web em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.standup4humanrights.org\/\">http:\/\/www.standup4humanrights.org<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na data-s\u00edmbolo de sua for\u00e7a e luta, conhe\u00e7a quatro mulheres negras lideran\u00e7as do ativismo pelos seus direitos na nossa 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