{"id":9708,"date":"2011-04-30T18:12:12","date_gmt":"2011-04-30T18:12:12","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/?p=9708"},"modified":"2011-07-26T18:12:52","modified_gmt":"2011-07-26T18:12:52","slug":"combater-a-discriminacao-com-base-na-orientacao-sexual-e-na-identidade-de-genero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/combater-a-discriminacao-com-base-na-orientacao-sexual-e-na-identidade-de-genero\/","title":{"rendered":"Combater a discrimina\u00e7\u00e3o com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual e na identidade de g\u00eanero"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/Combate-a-discriminacao-folha.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-9709\" title=\"Combate-a-discriminacao-folha\" src=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/Combate-a-discriminacao-folha-415x580.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"580\" \/><\/a>Combater a discrimina\u00e7\u00e3o com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual e na identidade de g\u00eanero<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/homofobia1.pdf\">Folha 1 &#8211; PDF 3.2 MB<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/homofobia2.pdf\">Folha 2 &#8211; PDF 3.6 MB<\/a><\/p>\n<p>As Na\u00e7\u00f5es Unidas est\u00e3o comprometidas em combater todas as formas de discrimina\u00e7\u00e3o. Ao longo dos anos, tem sido dada aten\u00e7\u00e3o particular na luta contra a discrimina\u00e7\u00e3o racial e sexual, bem como na discrimina\u00e7\u00e3o baseada no estado de sa\u00fade, na defici\u00eancia ou na religi\u00e3o de uma pessoa. Recentemente, as Na\u00e7\u00f5es Unidas se tornaram mais preocupadas com a predomin\u00e2ncia da discrimina\u00e7\u00e3o com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual e na identidade de g\u00eanero.<br \/>\nL\u00e9sbicas, gays, bissexuais e transg\u00eaneros (LGBT) s\u00e3o vulner\u00e1veis a uma s\u00e9rie de viola\u00e7\u00f5es aos direitos humanos, incluindo viol\u00eancia homof\u00f3bica, assassinatos, estupro, pris\u00e3o arbitr\u00e1ria e discrimina\u00e7\u00e3o generalizada no ambiente de trabalho e no acesso a servi\u00e7os b\u00e1sicos, como moradia e cuidados de sa\u00fade. Em mais de 70 pa\u00edses, leis criminalizam o homossexualismo, expondo milh\u00f5es ao risco de deten\u00e7\u00e3o, pris\u00e3o e, em alguns casos, execu\u00e7\u00e3o. O Secret\u00e1rio-Geral da ONU, a Alta Comiss\u00e1ria para os Direitos Humanos e chefes de v\u00e1rias ag\u00eancias da ONU se manifestaram \u2013 pedindo a descriminaliza\u00e7\u00e3o da homossexualidade em todo o mundo, e medidas adicionais para proteger pessoas da viol\u00eancia e da discrimina\u00e7\u00e3o baseadas na orienta\u00e7\u00e3o sexual e na identidade de g\u00eanero.<br \/>\nOs \u00f3rg\u00e3os da ONU que tratam dos direitos humanos, cujo papel \u00e9 monitorar o cumprimento dos Estados com suas obriga\u00e7\u00f5es sob os direitos humanos internacionais, t\u00eam reiterado que os Estados t\u00eam obriga\u00e7\u00e3o, de acordo com as provis\u00f5es existentes, de proteger pessoas da viol\u00eancia e da discrimina\u00e7\u00e3o com base em sua orienta\u00e7\u00e3o sexual. Da mesma forma, os relatores especiais, peritos independentes e grupos de trabalho designados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU para relatar os desafios dos direitos humanos, t\u00eam emitido dezenas de relat\u00f3rios, declara\u00e7\u00f5es e pedidos ressaltando a vulnerabilidade das pessoas LGBT \u00e0s viola\u00e7\u00f5es aos direitos humanos e pedindo aos Estados que revoguem ou reformem leis e pol\u00edticas discriminat\u00f3rias.<br \/>\nSecret\u00e1rio-Geral da ONU<br \/>\n\u201cComo homens e mulheres de consci\u00eancia, rejeitamos a discrimina\u00e7\u00e3o em geral, e em particular a discrimina\u00e7\u00e3o baseada na orienta\u00e7\u00e3o sexual e na identidade de g\u00eanero. Quando indiv\u00edduos s\u00e3o atacados, abusados ou aprisionados por causa de sua orienta\u00e7\u00e3o sexual devemos nos manifestar&#8230; Hoje, muitas na\u00e7\u00f5es t\u00eam constitui\u00e7\u00f5es modernas que garantem os direitos e liberdades essenciais. E ainda assim, a homossexualidade \u00e9 considerada um crime em mais de 70 pa\u00edses. Isto n\u00e3o est\u00e1 certo. Sim, n\u00f3s reconhecemos que atitudes sociais s\u00e3o profundas. Mas n\u00e3o deve haver confus\u00e3o: onde h\u00e1 tens\u00e3o entre atitudes culturais e direitos humanos universais, os direitos devem prevalecer. A desaprova\u00e7\u00e3o pessoal, mesmo a desaprova\u00e7\u00e3o das sociedades, n\u00e3o s\u00e3o desculpas para prender, deter, aprisionar, perturbar ou torturar ningu\u00e9m, nunca.\u201d<br \/>\n&#8211; Secret\u00e1rio-Geral da ONU, Ban Ki-moon, 10 de dezembro de 2010<\/p>\n<p>Autoridades da ONU<br \/>\n\u201cLeis que criminalizam a homossexualidade imp\u00f5e uma grave amea\u00e7a aos direitos fundamentais de l\u00e9sbicas, gays, bissexuais e transg\u00eaneros, expondo-os ao risco de pris\u00e3o, deten\u00e7\u00e3o e, em alguns casos, tortura e execu\u00e7\u00e3o. Frequentemente, san\u00e7\u00f5es criminais s\u00e3o acompanhadas por um conjunto de outras medidas discriminat\u00f3rias que afetam o acesso a uma ampla gama de direitos \u2013 civil, pol\u00edtico, econ\u00f4mico, social e cultural. Sabemos tamb\u00e9m que a criminaliza\u00e7\u00e3o perpetua o estigma e contribui para o clima de homofobia, intoler\u00e2ncia e viol\u00eancia.\u201d &#8211; Alta Comiss\u00e1ria de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, 01 de fevereiro de 2011.<br \/>\n\u201cPe\u00e7o a todos os governos que tomem medidas para eliminar o estigma e a discrimina\u00e7\u00e3o enfrentados por homens que fazem sexo com homens, l\u00e9sbicas e transg\u00eaneros. Eles devem criar tamb\u00e9m ambientes sociais e legais que assegurem o respeito aos direitos humanos e permitam o acesso universal \u00e0 preven\u00e7\u00e3o, tratamento, cuidado e ajuda contra a AIDS.\u201d &#8211; Diretor Executivo da UNAIDS, Michel Sidib\u00e9. 17 de maio de 2010.<br \/>\n\u201cUm dos princ\u00edpios fundamentais das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u00e9 nossa cren\u00e7a na dignidade e no valor de cada pessoa, sem distin\u00e7\u00f5es com base em ra\u00e7a, cor, sexo, idioma, religi\u00e3o, propriedade, nascimento ou outra condi\u00e7\u00e3o. A discrimina\u00e7\u00e3o em todas suas formas continua contrariando este princ\u00edpio&#8230; ela se mostra um problema&#8230;. no combate ao HIV\/AIDS, onde homens que fazem sexo com homens s\u00e3o estigmatizados e n\u00e3o se oferecem servi\u00e7os aos usu\u00e1rios de drogas, prejudicando o trabalho de preven\u00e7\u00e3o e tratamento.\u201d &#8211; Administradora do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento, Helen Clark. 10 de dezembro de 2009<br \/>\n\u201cA Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade removeu a homossexualidade da Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as em 17 de maio de 1990. Este foi um avan\u00e7o importante. No entanto, duas d\u00e9cadas depois, o estigma e a discrimina\u00e7\u00e3o contra homossexuais ainda existem, e podem resultar no acesso restrito a servi\u00e7os de sa\u00fade e metas n\u00e3o atingidas para programas de sa\u00fade&#8230;\u201d &#8211; Diretora Geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, Margaret Chan. 08 de abril de 2011.<br \/>\nEspecialistas Independentes da ONU sobre os Direitos Humanos<br \/>\n(relatores especiais e outros peritos designados<br \/>\npelo Conselho de Direitos Humanos da ONU)<\/p>\n<p>\u201cA exist\u00eancia de leis criminalizando o comportamento homossexual consentido entre adultos, e a aplica\u00e7\u00e3o de penalidades contra pessoas acusadas de tal comportamento violam os direitos \u00e0 privacidade e \u00e0 liberdade da discrimina\u00e7\u00e3o estabelecidos no Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Pol\u00edticos.\u201d &#8211; opini\u00e3o adotada pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre Deten\u00e7\u00e3o Arbitr\u00e1ria. 02 de fevereiro de 2007.<br \/>\n\u201cO Relator Especial est\u00e1 profundamente preocupado com as campanhas cont\u00ednuas de deprecia\u00e7\u00e3o e com as violentas amea\u00e7as aos defensores dos direitos de l\u00e9sbicas, gays, bissexuais e transg\u00eaneros.\u201d &#8211; Relat\u00f3rio do Relator Especial da ONU sobre a Situa\u00e7\u00e3o dos Defensores de Direitos Humanos. 30 de dezembro de 2009.<\/p>\n<p>\u201cTodos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos\u201d.<br \/>\n&#8211; Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos (Artigo 1)<br \/>\n\u201cA viol\u00eancia baseada em g\u00eanero&#8230; \u00e9 especialmente grave quando combinada com a discrimina\u00e7\u00e3o baseada na orienta\u00e7\u00e3o sexual ou na mudan\u00e7a da identidade de g\u00eanero. A viol\u00eancia contra minorias sexuais est\u00e1 aumentando, e \u00e9 importante assumir o desafio do que pode ser considerada a \u00faltima fronteira dos direitos humanos.\u201d Apresenta\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio do Relator Especial da ONU sobre a Viol\u00eancia Contra as Mulheres. 10 de abril de 2002.<br \/>\n\u201cParticularidades regionais e nacionais&#8230; ou pr\u00e1ticas hist\u00f3ricas, culturais e religiosas, apesar de significantes em muitos aspectos, n\u00e3o absolvem os governos de seus deveres de promover e proteger todos os direitos humanos e liberdades fundamentais, e garantir que tal prote\u00e7\u00e3o seja aplicada universalmente e respeitada.\u201d &#8211; Comunicado Conjunto dos Relatores da ONU sobre Direitos Humanos (Sobre Defensores dos Direitos Humanos, Formas Contempor\u00e2neas de Racismo, Discrimina\u00e7\u00e3o Racial, Xenofobia e Intoler\u00e2ncia Relacionada, Viol\u00eancia contra Mulheres, e Direito de Todos ao Mais Alto Padr\u00e3o Ating\u00edvel de Sa\u00fade F\u00edsica e Mental). 23 de fevereiro de 2007.<br \/>\n\u201cN\u00e3o existe hierarquia dos motivos de discrimina\u00e7\u00e3o\u201d &#8211; Informe do Relator Especial da ONU sobre a Liberdade de Religi\u00e3o e de Cren\u00e7a. 07 de fevereiro de 2008.<br \/>\n\u201cEntre os detidos, certos grupos s\u00e3o submetidos \u00e0 dupla discrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 vulnerabilidade, incluindo&#8230; gays, l\u00e9sbicas e transg\u00eaneros\u201d &#8211; Informe do Relator Especial da ONU sobre Tortura e outras Formas de Tratamento ou Puni\u00e7\u00e3o Desumanos ou Degradantes. 09 de fevereiro de 2010.<br \/>\n\u201cA lei internacional dos Direitos Humanos&#8230; requer que os Estados assegurem a n\u00e3o-discrimina\u00e7\u00e3o e a igualdade (de jure e de facto) com base no g\u00eanero, orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero\u201d &#8211; Informe do Relator Especial da ONU sobre a Promo\u00e7\u00e3o e a Prote\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos durante o Combate ao Terrorismo. 03 de agosto de 2009.<br \/>\n\u201cUma abordagem sobre o direito \u00e0 sa\u00fade requer que os Estados descriminalizem a conduta consensual de pessoas do mesmo sexo, bem como revoguem leis que discriminem com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual e na identidade de g\u00eanero, para cumprir as obriga\u00e7\u00f5es fundamentais do direito \u00e0 sa\u00fade e criar um ambiente favor\u00e1vel ao pleno exerc\u00edcio do direito.\u201d &#8211; Informe do Relator Especial sobre o Direito de Todos ao Usufruto dos mais altos Padr\u00f5es Ating\u00edveis de Sa\u00fade F\u00edsica e Mental. 27 de abril de 2010.<br \/>\nOrienta\u00e7\u00e3o jur\u00eddica para os Estados dos \u00f3rg\u00e3os de Tratados de Direitos Humanos da ONU<br \/>\n\u201cEstados partes (do Pacto Internacional sobre Direitos Econ\u00f4micos, Sociais e Culturais) devem assegurar que a orienta\u00e7\u00e3o sexual de uma pessoa n\u00e3o seja uma barreira para a realiza\u00e7\u00e3o dos direitos do Pacto&#8230; Al\u00e9m disso, a identidade de g\u00eanero \u00e9 reconhecida dentre as formas proibidas de discrimina\u00e7\u00e3o\u201d &#8211; Comit\u00ea da ONU sobre Direitos Econ\u00f4micos, Sociais e Culturais. Coment\u00e1rio Geral No. 20 de 2009.<br \/>\n\u201cO Pacto (sobre Direitos Econ\u00f4micos, Sociais e Culturais) pro\u00edbe qualquer discrimina\u00e7\u00e3o no acesso e na manuten\u00e7\u00e3o do emprego em fun\u00e7\u00e3o da &#8230; orienta\u00e7\u00e3o sexual.\u201d &#8211; Comit\u00ea da ONU sobre Direitos Econ\u00f4micos, Sociais e Culturais. Coment\u00e1rio Geral No. 18 de 2005.<br \/>\n\u201cO Pacto pro\u00edbe qualquer discrimina\u00e7\u00e3o no acesso aos tratamentos e aos determinantes b\u00e1sicos de sa\u00fade, bem como a todos os meios e direitos para sua aquisi\u00e7\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o da &#8230; orienta\u00e7\u00e3o sexual.\u201d &#8211; Comit\u00ea da ONU sobre Direitos Econ\u00f4micos, Sociais e Culturais. Coment\u00e1rio Geral No. 14 de 2000.<br \/>\n\u201cA proibi\u00e7\u00e3o contra a discrimina\u00e7\u00e3o de acordo com o artigo 26 (do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Pol\u00edticos) engloba tamb\u00e9m a discrimina\u00e7\u00e3o baseada na orienta\u00e7\u00e3o sexual.\u201d &#8211; decis\u00e3o do Comit\u00ea de Direitos Humanos da ONU sobre o caso XV Col\u00f4mbia (2007).<br \/>\n\u201cOs Estados-Parte t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de assegurar que todos os seres humanos menores de 18 anos desfrutem dos direitos estabelecidos na Conven\u00e7\u00e3o sem discrimina\u00e7\u00e3o, inclusive em rela\u00e7\u00e3o a \u201cra\u00e7a, cor, sexo, idioma, religi\u00e3o, orienta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ou outra opini\u00e3o, origem nacional, \u00e9tnica ou social, propriedade, defici\u00eancia, nascimento ou qualquer outra condi\u00e7\u00e3o.\u201d Estas bases tamb\u00e9m compreendem a orienta\u00e7\u00e3o sexual e as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade dos adolescentes.\u201d &#8211; Comit\u00ea da ONU sobre os Direitos das Crian\u00e7as No. 4 de 2003.<br \/>\n\u201cOs Estados-Parte (da Conven\u00e7\u00e3o contra a Tortura) devem assegurar que, \u00e0 medida que as obriga\u00e7\u00f5es decorrentes da Conven\u00e7\u00e3o est\u00e3o em quest\u00e3o, suas leis s\u00e3o aplicadas na pr\u00e1tica para todas as pessoas, independentemente&#8230; da orienta\u00e7\u00e3o sexual (ou) da identidade transg\u00eanera.\u201d &#8211; Comit\u00ea da ONU contra a Tortura. Coment\u00e1rio Geral No. 2 de 2008.<br \/>\n\u201cA discrimina\u00e7\u00e3o de mulheres baseada no sexo e no g\u00eanero est\u00e1 intrinsecamente relacionada a outros fatores que afetam as mulheres, como ra\u00e7a, etnia, religi\u00e3o ou cren\u00e7a, condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, idade, classe, casta e orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero.\u201d &#8211; Comit\u00ea da ONU para Elimina\u00e7\u00e3o da Discrimina\u00e7\u00e3o contra Mulheres. Recomenda\u00e7\u00e3o Gera No. 28 de 2010.<br \/>\nOrienta\u00e7\u00f5es de ag\u00eancias da ONU<br \/>\n\u201cA Legisla\u00e7\u00e3o Criminal proibindo atos sexuais&#8230; consentidos entre adultos em particular deve ser revista, com o objetivo de ser revogada.\u201d &#8211; Orienta\u00e7\u00f5es Internacionais sobre HIV\/AIDS e Direitos Humanos, ACNUDH e UNAIDS (2006).<br \/>\n\u201cEm todo o mundo, homens que t\u00eam rela\u00e7\u00f5es sexuais com homens e transg\u00eaneros sofrem altos n\u00edveis de exclus\u00e3o social e desafios para a igualdade. Sua habilidade de realizar seu pleno potencial de sa\u00fade \u00e9 limitado em uma s\u00e9rie de defini\u00e7\u00f5es por leis que criminalizam rela\u00e7\u00f5es de mesmo sexo e diversidade sexual\/de g\u00eanero.\u201d &#8211; Relat\u00f3rio sobre Preven\u00e7\u00e3o e Tratamento do HIV e Outras Infec\u00e7\u00f5es Transmitidas Sexualmente entre Homens que t\u00eam rela\u00e7\u00f5es sexuais com Homens e pessoas transg\u00eaneras. Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (2008).<\/p>\n<p>\u201cGovernos devem assegurar que parlamentares, policiais, ju\u00edzes e oficiais de justi\u00e7a tenham informa\u00e7\u00f5es sobre a epidemiologia do HIV, e estejam sensibilizados sobre os impactos prejudiciais \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica e aos direitos humanos causados pelas leis, pol\u00edticas e pr\u00e1ticas punitivas relacionadas aos homens que t\u00eam rela\u00e7\u00f5es sexuais com homens e pessoas transg\u00eaneras,\u201d &#8211; Respostas de Ambientes Legais, Direitos Humanos e HIV entre Homens que r\u00eam Rela\u00e7\u00f5es Sexuais com Homens e Pessoas Transg\u00eaneras na \u00c1sia e no Pac\u00edfico: Uma Agenda para a A\u00e7\u00e3o. PNUD (2010).<\/p>\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es:<br \/>\nEscrit\u00f3rio do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH)<br \/>\nNa\u00e7\u00f5es Unidas, Nova York, NY 10017<br \/>\nEmail: LGBTHumanRights@un.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/homofobia1.pdf\">Folha 1 &#8211; PDF 3.2 MB<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/homofobia2.pdf\">Folha 2 &#8211; PDF 3.6 MB<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-9708","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nao-categorizado"],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false},"uagb_author_info":{"display_name":"acnudh","author_link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/author\/acnudh\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Folha 1 - PDF 3.2 MB Folha 2 - PDF 3.6 MB","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9708","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9708"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9708\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9715,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9708\/revisions\/9715"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9708"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9708"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9708"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}