{"id":75531,"date":"2026-02-23T10:40:57","date_gmt":"2026-02-23T13:40:57","guid":{"rendered":"https:\/\/acnudh.org\/?p=75531"},"modified":"2026-02-26T14:28:14","modified_gmt":"2026-02-26T17:28:14","slug":"brasil-especialistas-da-onu-pedem-justica-e-responsabilizacao-diante-do-julgamento-dos-assassinatos-de-franco-e-gomes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/brasil-especialistas-da-onu-pedem-justica-e-responsabilizacao-diante-do-julgamento-dos-assassinatos-de-franco-e-gomes\/","title":{"rendered":"Especialistas da ONU pedem justi\u00e7a e responsabiliza\u00e7\u00e3o diante do julgamento dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes"},"content":{"rendered":"\n<p>GENEBRA (23 fevereiro 2026) \u2013 Especialistas da ONU pediram hoje justi\u00e7a e repara\u00e7\u00e3o para todas as v\u00edtimas do persistente racismo sist\u00eamico, da discrimina\u00e7\u00e3o estrutural e da viol\u00eancia no Brasil, uma vez que o julgamento dos supostos mentores dos assassinatos da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, est\u00e1 prestes a come\u00e7ar no Supremo Tribunal Federal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo chegarmos a esta etapa t\u00e3o esperada do processo judicial \u00e9 vital que a equidade e a transpar\u00eancia sejam mantidas e que a justi\u00e7a plena prevale\u00e7a\u201d, afirmaram os especialistas. \u201cO julgamento representa n\u00e3o apenas o cap\u00edtulo final da luta por justi\u00e7a para Franco e Gomes mas, tamb\u00e9m, um marco importante no combate \u00e0 impunidade estrutural do racismo, da discrimina\u00e7\u00e3o interseccional e da viol\u00eancia contra defensores dos direitos humanos, mulheres, pessoas afrodescendentes e LGBTIQ+ no Brasil.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Os assassinatos brutais de Marielle Franco e Anderson Gomes em 2018 chocaram o Brasil e a comunidade internacional. Marielle Franco era uma defensora dos direitos humanos que se manifestava contra o racismo sist\u00eamico, a discrimina\u00e7\u00e3o estrutural e a brutalidade policial no Brasil. Ela era v\u00edtima de discrimina\u00e7\u00e3o interseccional, especificamente a intersec\u00e7\u00e3o entre racismo, classismo, misoginia e preconceito com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da natureza chocante dos assassinatos, o caminho para a justi\u00e7a tem sido longo e \u00e1rduo para as fam\u00edlias das v\u00edtimas. A lideran\u00e7a das investiga\u00e7\u00f5es sobre os assassinatos mudou v\u00e1rias vezes e informa\u00e7\u00f5es vazaram para a imprensa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO fato de ter levado oito anos para chegar a esta fase final do processo judicial \u00e9, por si s\u00f3, chocante\u201d, afirmaram os especialistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2024, os especialistas <a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/press-releases\/2024\/11\/brazil-franco-and-gomes-murder-convictions-milestone-fight-full-justice-not\">saudaram<\/a> as condena\u00e7\u00f5es de alguns dos autores dos assassinatos, mas salientaram, na altura, que essas condena\u00e7\u00f5es n\u00e3o marcavam o fim da luta pela justi\u00e7a para Marielle Franco e Andreson Gomes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPara garantir justi\u00e7a plena, responsabiliza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o repeti\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia, os envolvidos no planejamento e encobrimento dos assassinatos devem ser responsabilizados\u201d, afirmaram.<\/p>\n\n\n\n<p>Os especialistas comunicaram suas preocupa\u00e7\u00f5es ao Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>FIM<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>*Os especialistas: <\/em><\/strong><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>Ashwini K.P<\/em><\/strong><em>., <\/em><a href=\"http:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-racism\"><em>Relatora Especial sobre formas contempor\u00e2neas de racismo, discrimina\u00e7\u00e3o racial, xenofobia e intoler\u00e2ncia relacionada<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Graeme Reid<\/em><\/strong><em>, <\/em><a href=\"http:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/ie-sexual-orientation-and-gender-identity\"><em>Especialista independente em prote\u00e7\u00e3o contra a viol\u00eancia e a discrimina\u00e7\u00e3o com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Gina Romero<\/em><\/strong><em>, <a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-freedom-of-assembly-and-association\">Relatora Especial sobre os direitos \u00e0 liberdade de reuni\u00e3o pac\u00edfica e de associa\u00e7\u00e3o<\/a><\/em><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Mary Lawlor<\/em><\/strong><em>, <\/em><a href=\"http:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-human-rights-defenders\"><em>Relatora Especial sobre a situa\u00e7\u00e3o dos defensores dos direitos humanos<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Isabelle Mamadou (Chair), Bina D&#8217;Costa, Barbara G. Reynolds, Catherine Namakula and Miriam Ekiudoko, the Working Group of Experts on People of African Descent<\/em><\/strong><em>, <\/em><a href=\"http:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/wg-african-descent\"><em>Grupo de Trabalho de Especialistas sobre Pessoas Afrodescendentes<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Claudia Flores (Presidente), Ivana Krsti\u0107 (Vice-Presidente), Dorothy Estrada Tanck, Haina Lu e Laura Nyirinkindi<\/em><\/strong><em>, <\/em><a href=\"http:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/wg-women-and-girls\"><em>Grupo de Trabalho sobre Discrimina\u00e7\u00e3o contra Mulheres e Meninas<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Morris Tidball-Binz<\/em><\/strong>, <a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-executions\"><em>Relator Especial da ONU sobre Execu\u00e7\u00f5es Extrajudiciais, Sum\u00e1rias ou Arbitr\u00e1rias<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Tracie L. Keesee e V\u00edctor Manuel Rodr\u00edguez Rescia<\/em><\/strong><em>, <\/em><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/hrc-subsidiaries\/expert-mechanism-racial-justice-law-enforcement\/experts\"><em>Mecanismo Internacional Independente de Especialistas para Promover a Justi\u00e7a Racial e a Igualdade na Aplica\u00e7\u00e3o da Lei<\/em><\/a><em>.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Os relatores especiais\/especialistas independentes\/grupos de trabalho s\u00e3o especialistas independentes em direitos humanos nomeados pelo Conselho de Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Em conjunto, esses especialistas s\u00e3o referidos como os <\/em><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures-human-rights-council\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Procedimentos Especiais<\/em><\/a><em> do Conselho de Direitos Humanos. Os especialistas dos Procedimentos Especiais trabalham voluntariamente; eles n\u00e3o s\u00e3o funcion\u00e1rios da ONU e n\u00e3o recebem sal\u00e1rio pelo seu trabalho. Embora o Escrit\u00f3rio de Direitos Humanos da ONU atue como secretariado dos Procedimentos Especiais, os especialistas atuam a t\u00edtulo individual e s\u00e3o independentes de qualquer governo ou organiza\u00e7\u00e3o, incluindo o ACNUDH e a ONU. Quaisquer pontos de vista ou opini\u00f5es apresentados s\u00e3o exclusivamente do autor e n\u00e3o representam necessariamente os da ONU ou do ACNUDH.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O Mecanismo Internacional de Especialistas Independentes para o Avan\u00e7o da Igualdade e Justi\u00e7a Racial na Aplica\u00e7\u00e3o da Lei foi criado em julho de 2021 pelo Conselho de Direitos Humanos para fazer recomenda\u00e7\u00f5es, entre outras coisas, sobre as medidas concretas necess\u00e1rias para garantir o acesso \u00e0 justi\u00e7a, a responsabiliza\u00e7\u00e3o e a repara\u00e7\u00e3o pelo uso excessivo da for\u00e7a e outras viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos por parte de agentes da lei contra africanos e pessoas afrodescendentes.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Observa\u00e7\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, por pa\u00eds, dos mecanismos de direitos humanos da ONU, incluindo os procedimentos especiais, os \u00f3rg\u00e3os dos tratados e a Revis\u00e3o Peri\u00f3dica Universal, podem ser encontradas no \u00cdndice Universal de Direitos Humanos<\/em><a href=\"https:\/\/uhri.ohchr.org\/en\/\"><em> https:\/\/uhri.ohchr.org\/en\/<\/em><\/a><em> <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Direitos Humanos da ONU, p\u00e1gina do pa\u00eds \u2013 <\/em><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/countries\/brazil\"><em>Brasil<\/em><\/a><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Para consultas e solicita\u00e7\u00f5es da m\u00eddia, entre em contato com:<\/em><a href=\"mailto:hrc-sr-racism@un.org\"><em>hrc-sr-racism@un.org<\/em><\/a><em> <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Para consultas da m\u00eddia relacionadas a outros especialistas independentes da ONU, entre em contato com Maya Derouaz (<\/em><a href=\"mailto:maya.derouaz@un.org\"><em>maya.derouaz@un.org<\/em><\/a><em>) ou Dharisha Indraguptha (<\/em><a href=\"mailto:dharisha.indraguptha@un.org\"><em>dharisha.indraguptha@un.org<\/em><\/a><em> )<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Acompanhe as not\u00edcias relacionadas aos especialistas independentes em direitos humanos da ONU no X: <\/em><a href=\"https:\/\/eur02.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Ftwitter.com%2FUN_SPExperts&amp;data=05%7C02%7Cfelipe.iturrietagonzalez%40un.org%7Cd2aea1f2e4414952610508de72dfaadd%7C0f9e35db544f4f60bdcc5ea416e6dc70%7C0%7C0%7C639074502436183838%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=F5wZ4KkP4OyAKdo9sUEN9Glxc34y51UmKrrqfVqxtOM%3D&amp;reserved=0\"><em>@UN_SPExperts<\/em><\/a><em>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GENEBRA (23 fevereiro 2026) \u2013 Especialistas da ONU pediram hoje justi\u00e7a e repara\u00e7\u00e3o para todas as v\u00edtimas do persistente racismo sist\u00eamico, da discrimina\u00e7\u00e3o estrutural e da viol\u00eancia no Brasil, uma vez que o julgamento dos supostos mentores dos assassinatos da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e de seu motorista, 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