{"id":70488,"date":"2022-08-30T22:57:51","date_gmt":"2022-08-31T01:57:51","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/?p=70488"},"modified":"2022-09-09T18:48:54","modified_gmt":"2022-09-09T21:48:54","slug":"70488","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/70488\/","title":{"rendered":"Especialistas da ONU pedem mais a\u00e7\u00f5es para garantir dignidade e justi\u00e7a para\u00a0migrantes afrodescendentes\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>GENEBRA (30 de agosto de 2022) \u2013 Em comunicado para marcar o Dia Internacional dos Afrodescendentes, neste 31 de agosto, especialistas da ONU disseram que os Estados devem fazer mais para combater as m\u00faltiplas formas de discrimina\u00e7\u00e3o e viola\u00e7\u00e3o de direitos enfrentados pelos afrodescendentes.<\/em>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHoje n\u00f3s celebramos as conquistas e resiliencia das Pessoas de Ascendencia Africana, diante dos efeitos devastadores da pandemia de COVID-19, racismo sistemico, e brutalidade racial perpetrada por oficiais aplicadores da lei, e a crise clim\u00e1tica, entre outros desafios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O Dia Internacional de Pessoas afrodescendentes \u00e9 tamb\u00e9m uma oportunidade de avaliar as experiencias vividas por afrodescendentes ao redor do mundo, promover e proteger seus direitos, e chamar a aten\u00e7\u00e3o para os desafios e barreiras que muitos continuam a enfrentar na efetiva\u00e7\u00e3o de seus direitos. Tais avalia\u00e7\u00f5es destacam a cont\u00ednua precariedade e experi\u00eancias racializadas de migrantes, refugiados e requerentes de asilo de ascend\u00eancia africana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como especialistas das Na\u00e7\u00f5es Unidas destacamos a situa\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/press-releases\/2021\/10\/usa-un-experts-condemn-collective-expulsion-haitian-migrants-and-refugees\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">migrantes haitianos<\/a>, refugiados e requerentes de asilo, <a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/press-releases\/2022\/03\/ukraine-un-experts-concerned-reports-discrimination-against-people-african\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pessoas de ascend\u00eancia africana em busca de ref\u00fagio na Ucr\u00e2nia<\/a>, e a situa\u00e7\u00e3o pouco relatada de trabalhadores migrantes de ascend\u00eancia africana no Oriente M\u00e9dio e nos Estados do Golfo, muitos dos quais s\u00e3o v\u00edtimas de tr\u00e1fico para fins de explora\u00e7\u00e3o laboral. Mais recentemente, apelamos <a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/press-releases\/2022\/07\/un-experts-call-accountability-melilla-tragedy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o na trag\u00e9dia de Melilla,<\/a> quando pelo menos 23 africanos que tentaram atravessar a fronteira Espanha-Marroquina em Melilla perderam a vida. As tr\u00e1gicas imagens de africanos mortos \u00e0 beira da Uni\u00e3o Europeia, contrastou fortemente com o apoio devidamente fornecido aos ucranianos e exp\u00f4s os profundos preconceitos raciais que est\u00e3o no centro de muitas pol\u00edticas e pr\u00e1ticas contempor\u00e2neas de controle de fronteiras. Foi um lembrete tr\u00e1gico que os Estados precisam examinar suas leis e pr\u00e1ticas e se concentrar em salvaguardas e obriga\u00e7\u00f5es sobre o uso da for\u00e7a e a n\u00e3o repuls\u00e3o, como parte de esfor\u00e7os hol\u00edsticos para combater a discrimina\u00e7\u00e3o racial e cumprir seu dever de tratar migrantes, refugiados e requerentes de asilo com dignidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Migrantes, refugiados e requerentes de asilo de ascend\u00eancia africana n\u00e3o apenas correm o risco de vitimiza\u00e7\u00e3o desproporcional de conflitos, mas enfrentam graves viola\u00e7\u00f5es, como deten\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es desumanas, tr\u00e1fico de seres humanos, explora\u00e7\u00e3o, e transfer\u00eancias for\u00e7adas, \u00e0 medida que procuram fazer mais viagens perigosas para outros pa\u00edses em busca de melhores oportunidades. A dimens\u00e3o adicional das viola\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, explora\u00e7\u00e3o sexual e abuso nas m\u00e3os de traficantes \u00e9 uma realidade vivida por muitas mulheres e meninas afrodescendentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A migra\u00e7\u00e3o internacional \u00e9 constante e muitos fatores de press\u00e3o para a migra\u00e7\u00e3o e deslocamento de descendentes de africanos, incluindo mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e conflitos que t\u00eam ra\u00edzes hist\u00f3ricas profundas nas pr\u00e1ticas coloniais e seus legados devastadores. A lei internacional de direitos humanos fornece uma estrutura robusta para a prote\u00e7\u00e3o de migrantes, incluindo refugiados e requerentes de asilo. Portanto, cabe aos Estados n\u00e3o apenas salvaguardar a vida dos afrodescendentes em movimento, mas garantir que seus direitos humanos e sua dignidade tamb\u00e9m sejam preservados com medidas especiais de prote\u00e7\u00e3o para aqueles \u2013 como mulheres e crian\u00e7as, idosos, pessoas com defici\u00eancia defici\u00eancias e aqueles que lutam contra condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade \u2013 que est\u00e3o em maior risco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Continuamos especialmente preocupados com relatos de discrimina\u00e7\u00e3o racial, uso excessivo da for\u00e7a e outras viola\u00e7\u00f5es da lei internacional de direitos humanos por agentes da lei, muitos dos quais permanecem amplamente subnotificados, devido ao medo de repres\u00e1lias, experi\u00eancias negativas em intera\u00e7\u00e3o anterior com a aplica\u00e7\u00e3o da lei, falta de sensibilidade ou treinamento dos funcion\u00e1rios respons\u00e1veis pela aplica\u00e7\u00e3o da lei, a cren\u00e7a de que a den\u00fancia ser\u00e1 sup\u00e9rflua e a falta de coleta de dados apropriada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Embora elogiemos os Estados Membros da ONU que tomaram algumas medidas de prote\u00e7\u00e3o, mais deve ser feito. Apelamos aos Estados para que levem em considera\u00e7\u00e3o as m\u00faltiplas, interconectadas e complexas formas de discrimina\u00e7\u00e3o que s\u00e3o enfrentadas pelos afrodescendentes em suas intera\u00e7\u00f5es com as autoridades policiais, resultantes de nacionalidade, situa\u00e7\u00e3o de migra\u00e7\u00e3o, g\u00eanero, cor, idade, religi\u00e3o, defici\u00eancia , status socioecon\u00f4mico e outros. Os Estados devem traduzir seus compromissos sob a lei internacional de direitos humanos em responsabilidade e repara\u00e7\u00e3o, e melhorias tang\u00edveis na situa\u00e7\u00e3o vivida pelos afrodescendentes. Os Estados tamb\u00e9m devem exercer o devido cuidado e dilig\u00eancia no tratamento de pessoas afrodescendentes em movimento e garantir seu acesso \u00e0 seguran\u00e7a, desenvolvimento e justi\u00e7a\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>FIM&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<em>O <\/em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/eur02.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fwww.ohchr.org%2FEN%2FIssues%2FRacism%2FWGAfricanDescent%2FPages%2FWGEPADIndex.aspx&amp;data=05%7C01%7Ccaetano-da-silva-junior%40un.org%7Cd4e17474b4844bea94f108da8a948355%7C0f9e35db544f4f60bdcc5ea416e6dc70%7C0%7C0%7C637974667706556509%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&amp;sdata=Urpqn61WgilLD%2FslmD6N9DYruujvptXABeGhR%2BxeC50%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\"><em>Grupo de Trabalho de Peritos sobre Afrodescendentes<\/em><\/a><em>\u202f foi criado em 25 de abril de 2002 pela ent\u00e3o Comiss\u00e3o de Direitos Humanos, ap\u00f3s a Confer\u00eancia Mundial contra o Racismo realizada em Durban em 2001. O Grupo de Trabalho<\/em><em> \u00e9 <\/em><em>parte do que ficou conhecido como Procedimentos Especiais do Conselho de Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas. \u00c9 composto por cinco especialistas independentes: Sra. <\/em><strong><em>Catherine S. Namakula<\/em><\/strong><em> (Uganda) atual Presidente-Relatora; Sra. <\/em><strong><em>Barbara Reynolds<\/em><\/strong><em> (Guiana); Sra. <\/em><strong><em>Dominique Day<\/em><\/strong><em> (Estados Unidos da Am\u00e9rica); Mr. <\/em><strong><em>Sushil Raj<\/em><\/strong><em> (India) and Ms. <\/em><strong><em>Miriam Ekiudoko<\/em><\/strong><em> (Hungria).<\/em>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Justi\u00e7a <\/em><strong><em>Yvonne Mokgoro<\/em><\/strong><em> (Africa do Sul, Presidente); Dra. <\/em><strong><em>Tracie Keesee<\/em><\/strong><em> (Estados Unidas da America) e o Professor <\/em><strong><em>Juan M\u00e9ndez<\/em><\/strong><em> (Argentina) foram nomeados pelo Presidente do Conselho de Direitos Humanos em dezembro de 2021 para atuar como especialistas independentes. <\/em><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/hrc-subsidiaries\/expert-mechanism-racial-justice-law-enforcement\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>O mecanismo internacional de especialistas independentes para promover a justi\u00e7a racial e a igualdade no contexto da aplica\u00e7\u00e3o da lei<\/em><\/a><em> foi estabelecido em julho de 2021 pelo Conselho de Direitos Humanos para fazer recomenda\u00e7\u00f5es, inter alia, sobre as medidas concretas necess\u00e1rias para garantir o acesso<\/em><em> \u00e0 <\/em><em>justi\u00e7a, responsabiliza\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o pelo uso excessivo da for\u00e7a e outras viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos por agentes da lei contra africanos e pessoas de Descend\u00eancia africana.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>E. Tendayi Achiume,<\/em><\/strong><em> <\/em><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-racism\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Relator Especial sobre formas contempor\u00e2neas de racismo, discrimina\u00e7\u00e3o racial, xenofobia e intoler\u00e2ncia correlata<\/em><\/a>; <strong><em>Felipe Gonz\u00e1lez Morales,\u202f<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-migrants\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Relatora Especial para os Direitos Humanos dos Migrantes<\/em><\/a>; <strong><em>Siobh\u00e1n Mullally<\/em><\/strong><em>, <\/em><a href=\"https:\/\/www.ohchr.org\/en\/special-procedures\/sr-trafficking-in-persons\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Relatora Especial sobre tr\u00e1fico de pessoas, especialmente mulheres e crian\u00e7as<\/em><\/a>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para consultas da m\u00eddia relacionadas a outros especialistas independentes da ONU, entre em contato com Dharisha Indraguptha (<a href=\"mailto:dharisha.indraguptha@un.org\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dharisha.indraguptha@un.org<\/a>) ou Renato Rosario De Souza (<a href=\"mailto:renato.rosariodesouza@un.org\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">renato.rosariodesouza@un.org<\/a>).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Siga as not\u00edcias relacionadas aos especialistas independentes em direitos humanos da ONU no Twitter @UN_SPExperts.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Se preocupa com o mundo em que vivemos? Ent\u00e3o DEFENDA os direitos de algu\u00e9m hoje #Standup4humanrights e visite a p\u00e1gina da web em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.standup4humanrights.org\">http:\/\/www.standup4humanrights.org<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GENEBRA (30 de agosto de 2022) \u2013 Em comunicado para marcar o Dia Internacional dos Afrodescendentes, neste 31 de agosto, especialistas da ONU disseram que os Estados devem fazer mais para combater as m\u00faltiplas formas de discrimina\u00e7\u00e3o e viola\u00e7\u00e3o de direitos enfrentados pelos afrodescendentes.\u00a0 \u201cHoje n\u00f3s celebramos as conquistas e resiliencia das Pessoas de Ascendencia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":70485,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":null,"ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[824,830],"tags":[904,902,907,864,908],"class_list":["post-70488","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-slide-portada-pt","tag-mundo-pt-br","tag-regiao","tag-justica-e-instituicoes-fortes","tag-ods-10-pt-br","tag-ods-16-paz-pt-br"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail.jpeg",600,400,false],"thumbnail":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail-110x110.jpeg",110,110,true],"medium":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail-400x267.jpeg",400,267,true],"medium_large":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail.jpeg",600,400,false],"large":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail-580x387.jpeg",580,387,true],"1536x1536":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail.jpeg",600,400,false],"2048x2048":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/haiti2-thumbnail.jpeg",600,400,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"mmoya","author_link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/author\/mmoya\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"GENEBRA (30 de agosto de 2022) \u2013 Em comunicado para marcar o Dia Internacional dos Afrodescendentes, neste 31 de agosto, especialistas da ONU disseram que os Estados devem fazer mais para combater as m\u00faltiplas formas de discrimina\u00e7\u00e3o e viola\u00e7\u00e3o de direitos enfrentados pelos afrodescendentes.\u00a0 \u201cHoje n\u00f3s celebramos as conquistas e resiliencia das Pessoas de Ascendencia&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70488","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70488"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70488\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":70491,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70488\/revisions\/70491"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70485"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70488"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70488"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70488"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}