{"id":66085,"date":"2021-05-18T15:35:25","date_gmt":"2021-05-18T19:35:25","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/?p=66085"},"modified":"2021-05-20T11:48:20","modified_gmt":"2021-05-20T15:48:20","slug":"forca-coletiva-no-brasil-maes-de-vitimas-da-violencia-do-estado-se-unem-na-busca-por-verdade-justica-e-reparacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/forca-coletiva-no-brasil-maes-de-vitimas-da-violencia-do-estado-se-unem-na-busca-por-verdade-justica-e-reparacao\/","title":{"rendered":"For\u00e7a coletiva: no Brasil, m\u00e3es de v\u00edtimas da viol\u00eancia do Estado se unem na busca por verdade, justi\u00e7a e repara\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>BRASILIA (18 de maio de 2021) \u2014 \u201cUma rosa para a rosa mais linda do meu jardim! Feliz Dia das M\u00e3es, m\u00e3ezinha. Eu te amo\u201d, disse Victor Hugo de Jesus Pires ao entregar a flor feita de tecido para Ilsimar de Jesus, no domingo do Dia das M\u00e3es em 2018, segundo o relato da pr\u00f3pria m\u00e3e. Foi o \u00faltimo Dia das M\u00e3es que passaram juntos. Pouco mais de um m\u00eas depois, Victor Hugo, aos 17 anos, e o seu amigo e quase xar\u00e1 Vitor Oliveira, de 18 anos, foram assassinados ap\u00f3s serem confundidos com traficantes na periferia de S\u00e3o Jo\u00e3o do Meriti, cidade da Baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, Brasil.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"552\" height=\"414\" src=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Isilmar-01.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-66092\" srcset=\"https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Isilmar-01.jpeg 552w, https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Isilmar-01-400x300.jpeg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 552px) 100vw, 552px\" \/><figcaption>Ilsimar de Jesus e o filho Victor Hugo, na \u00faltima foto que tiraram juntos. (Cr\u00e9dito: Acervo pessoal)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cMeu filho era um menino carinhoso, feliz, brincalh\u00e3o. Tinha uma gargalhada escancarada que faz falta dentro de casa hoje\u201d, conta Ilsimar. \u201cEle viveu 17 anos, 2 meses e 4 dias, e nesse tempo todo poucas vezes eu o vi chorar, porque ele era apaixonado pela vida\u201d. Ela compartilha sua dor com Elisabete Oliveira, m\u00e3e de Vitor, e com milhares de outras m\u00e3es de v\u00edtimas da viol\u00eancia do Estado. Organizadas em grupos e coletivos por todo o pa\u00eds, essas mulheres apoiam umas \u00e0s outras na luta por verdade, justi\u00e7a e repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Elisabete relata como t\u00eam sido seus \u00faltimos tr\u00eas anos: \u201cAt\u00e9 hoje as institui\u00e7\u00f5es de justi\u00e7a n\u00e3o nos deram uma resposta concreta. Apoio, mesmo, encontramos somente com as outras m\u00e3es. Vemos novos casos acontecendo diariamente e procuramos guardar a nossa dor para ajudar essas mulheres. Enquanto isso, os policiais que mataram nossos filhos continuam trabalhando\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"580\" height=\"325\" src=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Elisabete-01-580x325.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-66098\" srcset=\"https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Elisabete-01-580x325.jpeg 580w, https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Elisabete-01-400x224.jpeg 400w, https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Elisabete-01.jpeg 720w\" sizes=\"auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px\" \/><figcaption>Elisabete Oliveira e o filho Vitor. (Cr\u00e9dito: Acervo pessoal)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Elisabete e Ilsimar fazem parte da Rede de M\u00e3es e Familiares da Baixada Fluminense e participaram de consultas realizadas pela ONU Direitos Humanos nos \u00faltimos meses com familiares de v\u00edtimas. Em diversas oportunidades, essas mulheres juntam vozes para manifestar a mem\u00f3ria de seus filhos enquanto pedem pelo fim da viol\u00eancia desproporcional que afeta as comunidades em que vivem. <\/p>\n\n\n\n<p>No dia 16 de abril deste ano, junto com representantes de outros coletivos e associa\u00e7\u00f5es de parentes de v\u00edtimas, ambas participaram de audi\u00eancia p\u00fablica promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a letalidade policial, no \u00e2mbito da Argui\u00e7\u00e3o de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, conhecida como \u201cADPF das favelas\u201d. Trata-se de uma a\u00e7\u00e3o coletiva que serviu de base para que o STF determinasse a suspens\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es policiais nas comunidades do Rio de Janeiro no per\u00edodo de pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto esperam por justi\u00e7a e repara\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do apoio dos grupos e coletivos dos quais fazem parte, essas m\u00e3es tamb\u00e9m contam com o acompanhamento de organiza\u00e7\u00f5es como o N\u00facleo de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial a Afetados pela Viol\u00eancia de Estado (NAPAVE), que recebe apoio do Fundo Volunt\u00e1rio das Na\u00e7\u00f5es Unidas para V\u00edtimas de Tortura. Desde 2017, quando foi criado, o N\u00facleo j\u00e1 atendeu mais de 400 pessoas com acompanhamento psicol\u00f3gico, m\u00e9dico e social. Segundo seus integrantes, desde o ano passado, por conta da pandemia da COVID-19, a metodologia dos atendimentos foi adaptada para meios virtuais ou atendimento telef\u00f4nico. Al\u00e9m disso, um grupo de WhatsApp foi criado para organizar as sess\u00f5es e tamb\u00e9m para que as pessoas atendidas possam acion\u00e1-lo em suas emerg\u00eancias, ou apoiar-se mutuamente nos momentos mais dif\u00edceis. \u201c\u00c9 um atendimento que nos abra\u00e7a e nos sustenta\u201d, agradece Ilsimar de Jesus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Perfilamento racial <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Integrante do grupo M\u00e3es de Manguinhos, Ana Paula Oliveira tamb\u00e9m fala sobre a for\u00e7a e a uni\u00e3o dessas m\u00e3es e sobre a import\u00e2ncia de seguirem lutando por direitos e pela difus\u00e3o da verdade. \u201cAl\u00e9m da nossa luta particular, \u00e9 muito importante que a gente consiga ter acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es, ter um entendimento de por que essa viol\u00eancia \u00e9 voltada para n\u00f3s. Temos que ser multiplicadoras dessas informa\u00e7\u00f5es porque isso \u00e9 muito necess\u00e1rio para trazer discuss\u00f5es dentro das comunidades, nas fam\u00edlias, com os nossos vizinhos. Para que todos possam entender melhor que tudo isso n\u00e3o \u00e9 por um acaso, que n\u00e3o \u00e9 apenas um despreparo da pol\u00edcia\u201d, diz. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"580\" height=\"550\" src=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-02-580x550.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-66102\" srcset=\"https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-02-580x550.jpeg 580w, https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-02-400x379.jpeg 400w, https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-02.jpeg 1012w\" sizes=\"auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px\" \/><figcaption>Ana Paula Oliveira (a segunda, da esq. para a dir.) e mulheres integrantes do grupo M\u00e3es de Manguinhos. (Cr\u00e9dito: Acervo pessoal)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em 2014, o filho de Ana Paula, Johnatha de Oliveira Lima, aos 19 anos, foi morto em Manguinhos, Zona Norte do Rio, com um tiro nas costas. \u201c\u00c9 inadmiss\u00edvel a gente ter um filho saud\u00e1vel, cheio de vida&#8230; Eles n\u00e3o adoeceram, n\u00e3o morreram por um acidente, por uma fatalidade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCada novo dia eu acordo e penso \u2018caramba, estou viva mais um dia, estou a\u00ed e preciso ressignificar essa dor, preciso continuar a minha miss\u00e3o e dar um sentido para a minha vida\u2019. E eu encontro esse sentido na luta pela preserva\u00e7\u00e3o da vida das pessoas que est\u00e3o aqui na favela\u201d, afirma Ana Paula.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dezembro de 2020 ela participou de um encontro on-line sobre o impacto do perfilamento racial no acesso \u00e0 justi\u00e7a no Brasil, promovido pelo Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). O evento marcou tamb\u00e9m o lan\u00e7amento, em portugu\u00eas, de uma <a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1821669-S-DPI-RacialProfiling_PT.pdf\">publica\u00e7\u00e3o<\/a> sobre o tema, que traz a defini\u00e7\u00e3o de perfilamento racial como o \u2018processo pelo qual as for\u00e7as policiais fazem uso de generaliza\u00e7\u00f5es fundadas na ra\u00e7a, cor, descend\u00eancia, nacionalidade ou etnicidade ao inv\u00e9s de evid\u00eancias objetivas ou o comportamento de um indiv\u00edduo, para sujeitar pessoas a batidas policiais, revistas minuciosas, verifica\u00e7\u00f5es e reverifica\u00e7\u00f5es de identidade e investiga\u00e7\u00f5es, ou para proferir um julgamento sobre o envolvimento de um indiv\u00edduo em uma atividade criminosa. O perfilamento racial resulta diretamente na tomada de decis\u00f5es discriminat\u00f3rias\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o estudo independente \u201c<a href=\"https:\/\/forumseguranca.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/atlas-da-violencia-2020.pdf\">Atlas da Viol\u00eancia<\/a>\u201d, em 2017, 75,5% das v\u00edtimas de homic\u00eddio no Brasil eram pretas ou pardas. Entre os adolescentes e jovens de 15 a 19 anos do sexo masculino, os homic\u00eddios foram respons\u00e1veis por 59,1% dos \u00f3bitos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEst\u00e1 mais do que provado que o racismo existe, que ele nos afeta diretamente e que nossos filhos s\u00e3o os alvos,\u201d desabafou Ana Paula na ocasi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses mesmos questionamentos s\u00e3o levantados tamb\u00e9m por Rafaela Matos, m\u00e3e do adolescente Jo\u00e3o Pedro Mattos, morto a tiros dentro de casa, aos 14 anos, durante uma opera\u00e7\u00e3o policial no Complexo do Salgueiro, em S\u00e3o Gon\u00e7alo (RJ), h\u00e1 exatamente um ano, no dia 18 de maio de 2020 \u2014&nbsp;uma semana ap\u00f3s o Dia das M\u00e3es. \u201cEu nunca imaginei comemorar esse dia sem o meu filho. \u00c9 uma dor imensur\u00e1vel\u201d, desabafa.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"504\" height=\"402\" src=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Rafaela-01.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-66100\" srcset=\"https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Rafaela-01.jpeg 504w, https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Rafaela-01-400x319.jpeg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 504px) 100vw, 504px\" \/><figcaption>Rafaela Matos e o filho Jo\u00e3o Pedro. (Cr\u00e9dito: Acervo pessoal)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cO Estado precisa dar uma resposta n\u00e3o apenas para n\u00f3s, familiares, mas para toda a sociedade. Porque tudo que eles cometeram ali foi algo surreal. Invadir uma resid\u00eancia atirando, sem saber quem est\u00e1 dentro&#8230; N\u00e3o acho que a pol\u00edcia tenha sido treinada para isso\u201d, diz. \u201cSe fosse na Zona Sul [regi\u00e3o do Rio de Janeiro que concentra bairros nobres] eles n\u00e3o agiriam dessa forma. Eu acho que eles bateriam na porta e pediriam permiss\u00e3o para entrar\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto aguarda por justi\u00e7a, Rafaela faz quest\u00e3o de contar\npara o mundo quem era o seu filho: \u201co Jo\u00e3o\nsempre foi um filho excelente, que gostava muito de estudar, frequentar a\nigreja e jogar futebol com os amigos. Ele tinha o sonho de ser advogado e n\u00f3s\nt\u00ednhamos o sonho de v\u00ea-lo formado na faculdade. Era um menino alegre, divertido\ne que nos trazia muita felicidade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BRASILIA (18 de maio de 2021) \u2014 \u201cUma rosa para a rosa mais linda do meu jardim! Feliz Dia das M\u00e3es, m\u00e3ezinha. Eu te amo\u201d, disse Victor Hugo de Jesus Pires ao entregar a flor feita de tecido para Ilsimar de Jesus, no domingo do Dia das M\u00e3es em 2018, segundo o relato da pr\u00f3pria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":66086,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[824],"tags":[803],"class_list":["post-66085","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-brasil"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01.jpeg",783,960,false],"thumbnail":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01-110x110.jpeg",110,110,true],"medium":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01-326x400.jpeg",326,400,true],"medium_large":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01.jpeg",783,960,false],"large":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01-473x580.jpeg",473,580,true],"1536x1536":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01.jpeg",783,960,false],"2048x2048":["https:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Ana-Paula-01.jpeg",783,960,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"acnudh","author_link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/author\/acnudh\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"BRASILIA (18 de maio de 2021) \u2014 \u201cUma rosa para a rosa mais linda do meu jardim! Feliz Dia das M\u00e3es, m\u00e3ezinha. Eu te amo\u201d, disse Victor Hugo de Jesus Pires ao entregar a flor feita de tecido para Ilsimar de Jesus, no domingo do Dia das M\u00e3es em 2018, segundo o relato da pr\u00f3pria&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66085","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66085"}],"version-history":[{"count":26,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66085\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66155,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66085\/revisions\/66155"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66086"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66085"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66085"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66085"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}