{"id":65486,"date":"2021-03-23T08:30:27","date_gmt":"2021-03-23T11:30:27","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/?p=65486"},"modified":"2021-04-09T12:05:44","modified_gmt":"2021-04-09T15:05:44","slug":"artigo-brasil-os-desafios-do-racismo-e-um-sopro-de-esperanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/artigo-brasil-os-desafios-do-racismo-e-um-sopro-de-esperanca\/","title":{"rendered":"ARTIGO | Brasil: os desafios do racismo e um sopro de esperan\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A pandemia da COVID-19 ressaltou os desafios acumulados por conta do racismo, como desigualdade no acesso \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de qualidade e ao trabalho digno.<\/li><li>No Brasil, o hist\u00f3rico de coloniza\u00e7\u00e3o e tr\u00e1fico de pessoas escravizadas se reflete em uma popula\u00e7\u00e3o composta por mais de 50% de afrodescendentes e 305 povos ind\u00edgenas, que acumulam uma s\u00e9rie de vulnerabilidades.<\/li><li>Em artigo de opini\u00e3o,&nbsp;Jan Jarab, representante da ONU Direitos Humanos na Am\u00e9rica do Sul, e&nbsp;&nbsp;Marlova Jovchelovitch Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil e Coordenadora Residente a.i. da ONU no Brasil, apontam como a juventude tem um papel fundamental no enfrentamento do racismo.<\/li><li>Leia a \u00edntegra a seguir.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O peso da heran\u00e7a de discrimina\u00e7\u00e3o racial \u2014&nbsp;incluindo a coloniza\u00e7\u00e3o e o genoc\u00eddio de povos ind\u00edgenas nas Am\u00e9ricas, o tr\u00e1fico transatl\u00e2ntico, a escraviza\u00e7\u00e3o das pessoas afrodescendentes e a segrega\u00e7\u00e3o racial\u2014 geram efeitos at\u00e9 hoje nas oportunidades e na garantia dos direitos humanos no mundo. O Brasil n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o: o pa\u00eds viveu um hist\u00f3rico de coloniza\u00e7\u00e3o e tr\u00e1fico de pessoas escravizadas intenso, o que se reflete em uma popula\u00e7\u00e3o composta por mais de 50% de afrodescendentes e 305 povos ind\u00edgenas. Esses grupos acumulam uma s\u00e9rie de vulnerabilidades em decorr\u00eancia do racismo e demandam aten\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do poder p\u00fablico, da sociedade civil e de organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<br>&nbsp;<br>O ano de 2020, lamentavelmente, mostrou com crueldade os impactos do racismo. Enfrentamos uma pandemia e uma crise sanit\u00e1ria com efeitos devastadores para as popula\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel, como bem lembrou a Alta Comiss\u00e1ria das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos Humanos, Michele Bachelet. Ao mesmo tempo, observamos o debate sobre racismo sendo recolocado na agenda global, a partir do assassinato de George Floyd por policiais nos Estados Unidos.&nbsp;<br>&nbsp;<br>No Brasil, o assassinato do Jo\u00e3o Alberto Freitas \u00e0s v\u00e9speras do Dia da Consci\u00eancia Negra evidenciou mais uma vez a situa\u00e7\u00e3o do racismo, sobretudo do racismo institucional. De acordo com o Atlas da Viol\u00eancia de 2020, 75,7% das pessoas assassinadas s\u00e3o negras. Jovens negros perif\u00e9ricos est\u00e3o entre as principais v\u00edtimas de homic\u00eddio. Jovens ind\u00edgenas enfrentam estigmatiza\u00e7\u00e3o e discrimina\u00e7\u00e3o ao sa\u00edrem de suas aldeias para acessar servi\u00e7os p\u00fablicos de educa\u00e7\u00e3o superior ou empregos e, frequentemente, t\u00eam seu pertencimento \u00e9tnico-racial questionado.<br>&nbsp;<br>Os desafios acumulados por causa do racismo s\u00e3o muitos: desigualdades no acesso \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de qualidade, a um trabalho digno, \u00e0 moradia adequada, \u00e0 terra, al\u00e9m do efeito desproporcional de pobreza, inseguran\u00e7a alimentar, criminaliza\u00e7\u00e3o e inseguran\u00e7a p\u00fablica. A pandemia da COVID-19 ressaltou essas diferen\u00e7as significativas de acesso a direitos humanos entre grupos raciais marginalizados, demonstrando o impacto do racismo, principalmente para pessoas afrodescendentes, quilombolas e povos ind\u00edgenas, os mais afetados negativamente neste momento de crise sanit\u00e1ria.<br>&nbsp;<br>Uma pesquisa feita pelos institutos Data Favela e Locomotiva no in\u00edcio deste ano mostrou que 67% dos moradores de favelas s\u00e3o negros. Como a maioria dos servi\u00e7os de sa\u00fade de mais qualidade fica localizada nos bairros mais centrais das cidades, essa popula\u00e7\u00e3o tem acesso limitado a tais servi\u00e7os, colocando essas pessoas em maior risco, visto que n\u00e3o recebem o tratamento adequado para a doen\u00e7a.<br>&nbsp;<br>O ressurgimento de grupos neonazistas e supremacistas brancos tem encontrado na internet uma nova fronteira para disseminar discurso de \u00f3dio e discrimina\u00e7\u00e3o racial. As novas tecnologias possibilitam que esses conte\u00fados se disseminem com muita rapidez, sem que haja ainda ferramentas adequadas para combater esse fen\u00f4meno. Todos esses casos demonstram o quanto o enfrentamento ao racismo permanece um desafio atual e din\u00e2mico, que n\u00e3o diz respeito somente \u00e0s popula\u00e7\u00f5es que sofrem diretamente seus efeitos negativos, mas sim a todas as pessoas.<br>&nbsp;<br>Nesse contexto, a juventude no Brasil e no mundo tem exercido um papel importante, principalmente pelo protagonismo nas redes sociais e outras ferramentas que potencializam sua mobiliza\u00e7\u00e3o e discurso. Jovens ind\u00edgenas atuando em redes, ou mesmo de forma independente, t\u00eam se engajado na afirma\u00e7\u00e3o da diversidade da identidade ind\u00edgena, reiterando e reivindicando seus direitos humanos, principalmente o direito \u00e0 terra e ao meio ambiente e \u00e0 participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<br>&nbsp;<br>A juventude negra, tamb\u00e9m em coletivos ou de forma independente, tem fomentando a discuss\u00e3o sobre incid\u00eancia pol\u00edtica, educa\u00e7\u00e3o, viol\u00eancia policial, ao passo que incrementa o espa\u00e7o c\u00edvico para debates plurais e abertos sobre o racismo estrutural e institucional. As juventudes ind\u00edgenas, negras, ciganas, de ascend\u00eancia asi\u00e1tica t\u00eam se envolvido na conscientiza\u00e7\u00e3o e proposta de uma postura antirracista nos mais diversos espa\u00e7os: cultura, meio digital, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, meio ambiente e, principalmente, na luta por direitos humanos.<br>&nbsp;<br>O enfrentamento ao racismo pode ter uma nova fase a partir de agora, com todas as li\u00e7\u00f5es deixadas pela pandemia de COVID-19. Esta nova fase deve incluir cada vez mais a\u00e7\u00f5es estruturais e program\u00e1ticas, que incidam na raiz das desigualdades raciais. Exemplo disso \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o de 20 juristas negras e negros, na C\u00e2mara dos Deputados, instalada oficialmente m 21 de janeiro deste ano, para examinar a legisla\u00e7\u00e3o brasileira sobre racismo.<br>&nbsp;<br>A cria\u00e7\u00e3o de mais espa\u00e7os de participa\u00e7\u00e3o diversa e popular \u2013 especialmente para jovens \u2013 \u00e9 imprescind\u00edvel para ampliar o espa\u00e7o c\u00edvico, garantir a visibilidade das popula\u00e7\u00f5es e possibilitar o enfrentamento ao racismo em suas m\u00faltiplas formas. O empoderamento e o envolvimento das novas gera\u00e7\u00f5es na tomada de decis\u00f5es importantes para a sociedade \u00e9 um sopro de esperan\u00e7a com grande potencial para gerar mudan\u00e7as no presente, mas tamb\u00e9m para reconstruirmos um futuro melhor, onde ningu\u00e9m seja deixado para tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/Brasil?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#Brasil<\/a>\ud83c\udde7\ud83c\uddf7<br><br>Os desafios do racismo ficaram ainda mais alarmantes com a <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/COVID19?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#COVID19<\/a>\u2695\ufe0fA juventude tem um papel fundamental nesse enfrentamento<br><br>\u2139\ufe0fLeia o artigo do chefe da <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ONU_derechos?ref_src=twsrc%5Etfw\">@ONU_derechos<\/a>, Jan Jarab, e a coord. residente da <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ONUBrasil?ref_src=twsrc%5Etfw\">@ONUBrasil<\/a>, Marlova Noleto <a href=\"https:\/\/t.co\/8vPokSw1QK\">https:\/\/t.co\/8vPokSw1QK<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/N%C3%A3oAoRacismo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#N\u00e3oAoRacismo<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/vD5fVIz8cU\">https:\/\/t.co\/vD5fVIz8cU<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/yoJ8JlipDR\">pic.twitter.com\/yoJ8JlipDR<\/a><\/p>&mdash; ONU Derechos Humanos &#8211; Am\u00e9rica del Sur (@ONU_derechos) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ONU_derechos\/status\/1374742966875619328?ref_src=twsrc%5Etfw\">March 24, 2021<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Leia tamb\u00e9m o artigo no site da <\/em><a aria-label=\"ONU no Brasil (abre en una nueva pesta\u00f1a)\" href=\"https:\/\/brasil.un.org\/pt-br\/122944-artigo-os-desafios-do-racismo-e-um-sopro-de-esperanca\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>ONU no Brasil<\/em><\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>Te preocupa o mundo em que vivemos?&nbsp;<strong>Ent\u00e3o APOIE os direitos de algu\u00e9m hoje.<\/strong>#ApoieosDireitosHumanos&nbsp;e visite a p\u00e1gina web em&nbsp;<\/em><a href=\"http:\/\/www.standup4humanrights.org\/\">http:\/\/www.standup4humanrights.org<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia da COVID-19 ressaltou os desafios acumulados por conta do racismo, como desigualdade no acesso \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de qualidade e ao trabalho digno. 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