{"id":61424,"date":"2019-12-11T12:33:42","date_gmt":"2019-12-11T15:33:42","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/?p=61424"},"modified":"2020-02-14T10:00:06","modified_gmt":"2020-02-14T13:00:06","slug":"direitos-humanos-jovens-fotografos-retratam-uma-outra-favela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/direitos-humanos-jovens-fotografos-retratam-uma-outra-favela\/","title":{"rendered":"Direitos humanos: jovens fot\u00f3grafos retratam uma outra favela"},"content":{"rendered":"\n<p>11 de dezembro de 2019 &#8211; Matheus Affonso \u00e9 um fot\u00f3grafo e designer gr\u00e1fico de 20 anos que mora no bairro de Nova Holanda, parte do complexo de favelas da Mar\u00e9, zona norte do Rio de Janeiro. Ele retrata a comunidade LGBT do entorno onde vive. Jacqueline Fernandes \u00e9 uma jornalista de 33 anos que vive no bairro Riachuelo, tamb\u00e9m localizado em uma regi\u00e3o perif\u00e9rica da cidade. Ela mant\u00e9m um portal de comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Os dois s\u00e3o jovens fot\u00f3grafos que registram, com um novo olhar, o dia a dia das comunidades cariocas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ambos participaram em novembro das oficinas de fotografia do projeto Imagens do Povo, uma iniciativa da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Observat\u00f3rio de Favelas que visa criar novas representa\u00e7\u00f5es de territ\u00f3rios perif\u00e9ricos e desconstruir estigmas.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado desse trabalho fez parte de uma exposi\u00e7\u00e3o no Museu do Amanh\u00e3, no Rio de Janeiro (RJ), realizada por Escrit\u00f3rio do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e Centro de Informa\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Brasil (UNIC Rio) para celebrar o Dia dos Direitos Humanos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/matheus-naiara-azevedo\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/matheus-naiara-azevedo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-170720\"\/><\/a><figcaption> Matheus Affonso, designer gr\u00e1fico \u2013 Foto: Naiara Azevedo\/UNIC Rio <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cEu me considero um fot\u00f3grafo LGBT, porque ser LGBT \u00e9 determinante para quem eu sou e para o que eu quero pautar\u201d, relata Matheus, que afirma ser importante retratar uma popula\u00e7\u00e3o frequentemente invisibilizada dentro da pr\u00f3pria favela \u2014 l\u00e9sbicas, gays, bissexuais e transexuais.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00edmbolo m\u00e1ximo das desigualdades brasileiras, as favelas s\u00e3o mais comumente retratadas como territ\u00f3rios de viol\u00eancia, apesar de tamb\u00e9m serem solo f\u00e9rtil para projetos, redes e espa\u00e7os que promovem os direitos humanos por meio de atividades culturais, ativismo e participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/jacque-naiara-azevedo\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/jacque-naiara-azevedo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-170719\"\/><\/a><figcaption> Jacqueline Fernandes, jornalista \u2013 Foto: Naiara Azevedo\/UNIC Rio <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Tanto Matheus como Jacqueline t\u00eam projetos pr\u00f3prios nesse sentido, como \u00e9&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/projetoeeer\/\">o caso do Projeto Eeer<\/a>, de Matheus, um perfil no Instagram com fotografias e ativismo LGBTQI+ de favela. Jacqueline edita&nbsp;<a href=\"https:\/\/hordas.com.br\/\">o portal Hordas<\/a>, um site de comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria com reportagens sobre cultura, moda, diversidade, esportes, entre outros temas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Jacqueline, tais iniciativas ajudam a criar uma mem\u00f3ria da favela e das regi\u00f5es perif\u00e9ricas diferente daquela retratada pela grande m\u00eddia. \u201cSe voc\u00ea n\u00e3o tem mem\u00f3ria, voc\u00ea n\u00e3o existe, se voc\u00ea n\u00e3o existe, n\u00e3o \u00e9 respeitado nem reconhecido como ser humano.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 muito dif\u00edcil encontrar uma pessoa que n\u00e3o goste de fotografia. A fotografia \u00e9 uma arte que atinge um n\u00famero grande de pessoas. \u00c0s vezes, as pessoas n\u00e3o querem ler textos. Mas a foto est\u00e1 l\u00e1, n\u00e3o tem como ignorar\u201d, afirma Jacqueline, que tamb\u00e9m d\u00e1 aulas a fot\u00f3grafos iniciantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Antonio-01-1024x768.jpg\" alt=\"Foto: Antonio Dourado\"\/><figcaption> &nbsp;Foto: Antonio Dourado <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Matheus e Jacqueline participaram em novembro das oficinas de fotografia do projeto&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.imagensdopovo.org.br\/en\/\">Imagens do Povo<\/a>, uma iniciativa da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.observatoriodefavelas.org.br\/\">Observat\u00f3rio de Favelas<\/a>&nbsp;que alia a t\u00e9cnica fotogr\u00e1fica \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de direitos e \u00e0 democratiza\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o, criando novas representa\u00e7\u00f5es de territ\u00f3rios populares e desconstruindo estigmas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do designer e da jornalista, a oficina teve a participa\u00e7\u00e3o dos fot\u00f3grafos Thais Povoleri, Rodrigo Patr\u00edcio Carvalho, Hector Santos, ONTEM (*), Dipreta (*), Carolina Olgador e Antonio Dourado, que retrataram cenas perif\u00e9ricas ligadas a temas como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade mental, direitos das pessoas LGBTI, igualdade de g\u00eanero, erradica\u00e7\u00e3o da pobreza, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>As obras produzidas durante a oficina tiveram como foco os direitos humanos e o empenho global para alcan\u00e7ar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS), compromisso assumido pelos 193 pa\u00edses-membros da ONU, entre eles o Brasil, para erradicar a fome, reduzir as desigualdades e combater as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>As fotografias foram expostas na mostra \u201c<a href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/onu-direitos-humanos-unic-rio-e-observatorio-de-favelas-reunem-jovens-fotografos-no-dia-dos-direitos-humanos\/\">Se Essa Rua Fosse Nossa \u2013 Nossa voz, nossos direitos, nosso futuro<\/a>\u201c, durante o Dia dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, no Museu do Amanh\u00e3, regi\u00e3o central do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o fez parte de F\u00f3rum sobre Educa\u00e7\u00e3o N\u00e3o-Formal realizado por Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Movimento Escoteiro, Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (UNICEF), Fundo de Popula\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (UNFPA) e Escrit\u00f3rio do Secret\u00e1rio-Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Juventude.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o evento, a enviada do secret\u00e1rio-geral da ONU para a juventude, Jayathma Wickramanayake, visitou a mostra e se reuniu com os jovens fot\u00f3grafos das comunidades cariocas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFiquei impressionada ao ver como os e as fot\u00f3grafas conectaram as quest\u00f5es de direitos humanos com os ODS. E acredito (que a fotografia) seja uma forma muito poderosa de dizer que a agenda de desenvolvimento sustent\u00e1vel n\u00e3o \u00e9 uma agenda s\u00f3 de desenvolvimento, mas tamb\u00e9m de direitos humanos\u201d, disse a enviada especial da ONU.<\/p>\n\n\n\n<p>A mostra \u00e9 fruto de colabora\u00e7\u00e3o entre o Centro de Informa\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (UNIC Rio) e o Escrit\u00f3rio Regional para a Am\u00e9rica do Sul do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), em parceria com o Observat\u00f3rio de Favelas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/expo2-naiara-azevedo-1024x576.jpg\" alt=\"Fotografias foram expostas no Dia dos Direitos Humanos (10 de dezembro) no Museu do Amanh\u00e3. Foto: UNIC Rio\/Naiara Azevedo\"\/><figcaption> &nbsp;Fotografias foram expostas no Dia dos Direitos Humanos (10 de dezembro) no Museu do Amanh\u00e3. Foto: UNIC Rio\/Naiara Azevedo <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Roda de conversa<\/h3>\n\n\n\n<p>O Dia dos Direitos Humanos tamb\u00e9m foi marcado por uma roda de conversas com os fot\u00f3grafos da oficina, mediada pela diretora do UNIC Rio, Kimberly Mann. Na ocasi\u00e3o, os jovens falaram sobre a conex\u00e3o entre suas obras, a Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos e os ODS.<\/p>\n\n\n\n<p>O consenso entre os participantes foi de que os territ\u00f3rios perif\u00e9ricos e de favela s\u00e3o marcados por graves viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos, muitas vezes cometidas pelo pr\u00f3prio Estado. \u201cConseguimos retratar isso ao longo da oficina. (\u2026) Pensar quais s\u00e3o os direitos humanos a serem defendidos na favela\u201d, diz Aruan Braga, diretor do Observat\u00f3rio de Favelas.<\/p>\n\n\n\n<p>Um segundo consenso, no entanto, delineou-se ao longo da roda de conversa \u2014 o de que a favela e os territ\u00f3rios perif\u00e9ricos s\u00e3o, tamb\u00e9m, locais potentes para a transforma\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVivemos em meio a uma necropol\u00edtica, pessoas v\u00e3o apanhar, ser torturadas e mortas no espa\u00e7o de favela. (\u2026) Nossa quest\u00e3o \u00e9 como interferir onde s\u00f3 a for\u00e7a est\u00e1 atuando. \u00c9 a\u00ed que entra a comunica\u00e7\u00e3o e a arte. Quando as ideias se tornam perigosas\u201d, diz Davi Marcos, de 40 anos, fot\u00f3grafo da ag\u00eancia Imagens do Povo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Saulo Nicolai, de 26 anos, membro do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.favelagrafia.com.br\/2019\/\">projeto Favelagrafia<\/a>, que retrata talentos das favelas cariocas ligados a m\u00fasica, dan\u00e7a, artes pl\u00e1sticas, \u00e9 por meio da divulga\u00e7\u00e3o do trabalho criativo desses territ\u00f3rios que a luta por mudan\u00e7a pode ser travada. Tal dissemina\u00e7\u00e3o pode ocorrer por meio das redes sociais \u2014 tanto virtuais como territoriais, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Diane Carvalho, de 31 anos, lembrou a import\u00e2ncia de cuidar da sa\u00fade mental das pessoas que vivem em territ\u00f3rios marcados por conflitos e viol\u00eancia. Ela \u00e9&nbsp;coordenadora do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/maktubexperienceoficial\/\">projeto Maktub Experience<\/a>, que promove a troca de experi\u00eancias entre pessoas que desenvolveram transtornos psicol\u00f3gicos em um cen\u00e1rio de viola\u00e7\u00e3o de direitos e desigualdade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o falamos muito de sa\u00fade mental nas favelas. Falta di\u00e1logo, aten\u00e7\u00e3o e empatia\u201d, diz. \u201cEstamos perdendo jovens, mas tamb\u00e9m h\u00e1 aqueles que est\u00e3o lutando para sobreviver.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para a assistente de direitos humanos da ONU Brasil, Maria Eduarda Dantas, aos 71 anos, a Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos \u00e9 mais importante do que nunca. \u201cA Declara\u00e7\u00e3o \u00e9 trabalho concreto que lida com problemas reais e \u00e9 fruto de lutas travadas o tempo inteiro\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*nomes art\u00edsticos<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/mesa-acnudh-naiara-azevedo-1024x576.jpg\" alt=\"Por meio da documenta\u00e7\u00e3o e pesquisa fotogr\u00e1fica do cotidiano de favelas, o projeto Imagens do Povo promove a forma\u00e7\u00e3o e a inser\u00e7\u00e3o de fot\u00f3grafos populares no mercado de trabalho. Foto: UNIC Rio\/Naiara Azevedo\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fonte: <a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"ONU Brasil (abre en una nueva pesta\u00f1a)\" href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/direitos-humanos-jovens-fotografos-retratam-outra-favela\/\" target=\"_blank\">ONU Brasil<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"ast-oembed-container \" style=\"height: 100%;\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"UNIC Rio | Jovens fot\u00f3grafos retratam uma outra favela\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PD8G8xIVB_w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Preocupado com o mundo em que vivemos? Ent\u00e3o LEVANTE-SE para os direitos de algu\u00e9m hoje.&nbsp; #Standup4humanrights e visite a p\u00e1gina web em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.standup4humanrights.org\/\">http:\/\/www.standup4humanrights.org<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>11 de dezembro de 2019 &#8211; Matheus Affonso \u00e9 um fot\u00f3grafo e designer gr\u00e1fico de 20 anos que mora no bairro de Nova Holanda, parte do complexo de favelas da Mar\u00e9, zona norte do Rio de Janeiro. Ele retrata a comunidade LGBT do entorno onde vive. 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