{"id":18845,"date":"2013-10-11T12:08:07","date_gmt":"2013-10-11T12:08:07","guid":{"rendered":"http:\/\/acnudh.org\/?p=18845"},"modified":"2013-10-13T12:10:49","modified_gmt":"2013-10-13T12:10:49","slug":"potenciando-meninas-para-um-futuro-melhor-%e2%80%93-dia-internacional-das-meninas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acnudh.org\/pt-br\/potenciando-meninas-para-um-futuro-melhor-%e2%80%93-dia-internacional-das-meninas\/","title":{"rendered":"Potenciando meninas para um futuro melhor \u2013 Dia Internacional das Meninas"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/UNICEF-BRAZIL-Mila-Petrillo1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-thumbnail wp-image-18846\" title=\"UNICEF BRAZIL - Mila Petrillo\" src=\"http:\/\/acnudh.org\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/UNICEF-BRAZIL-Mila-Petrillo1-e1381666195373-110x110.jpg\" alt=\"\" width=\"110\" height=\"110\" \/><\/a><\/strong>Genebra (10 de outubro de 2013) \u2013 Um grupo de especialistas em direitos humanos das Na<a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CCcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portaldasnacoes.pt%2F&amp;ei=OgJYUpbrIo_29gSk2IG4BQ&amp;usg=AFQjCNG4DmLxzYM_g8nYAcKOzcBI5yimOg&amp;sig2=Tt_h_gCquVdSoxvytk7JTA\">\u00e7\u00f5es<\/a> Unidas proporam hoje uma s\u00e9rie de pontos chave para que os governos, sociedade civil, setor privado e encarregados de desenvolver pol\u00edticas p\u00fablicas possam dar um futuro melhor a todas as \u201cMalalas\u201d do mundo atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA exclus\u00e3o das meninas do sistema educacional sup\u00f5e um custo demasiado alto para estas, suas fam\u00edlias e a sociedade como para ser ignorado\u201d, afirmaram as peritas em suas declara<a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CCcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portaldasnacoes.pt%2F&amp;ei=OgJYUpbrIo_29gSk2IG4BQ&amp;usg=AFQjCNG4DmLxzYM_g8nYAcKOzcBI5yimOg&amp;sig2=Tt_h_gCquVdSoxvytk7JTA\">\u00e7\u00f5es<\/a>* para comemorar o segundo Dia Internacional das Meninas, esta sexta-feira, 11 de outubro de 2013. Al\u00e9m disso, fizeram um chamado para tomar medidas r\u00e1pidas que visem eliminar as barreiras de acesso das meninas <strong>\u00e0<\/strong> educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As especialistas em direitos humanos tamb\u00e9m \u00a0ressaltaram que, apesar de uma redu\u00e7\u00e3o significativa de evas\u00e3o escolar entre os pa\u00edses em desenvolvimento \u2013 de 102 milh\u00f5es no ano 2000 para 57 milh\u00f5es em 2011 \u2013 a disparidade de g\u00eanero no ingresso <strong>\u00e0s escolas em n\u00edveis prim\u00e1rio e secund\u00e1rio permanece alta. <\/strong> A diferen\u00e7a \u00e9 ainda maior em n\u00edveis superiores, especialmente em certas regi\u00f5es em que as meninas constituem 55% da popula\u00e7\u00e3o sem acesso <strong>\u00e0<\/strong>s escolas.<\/p>\n<p>\u201cEntre as barreiras para a plena participa\u00e7\u00e3o das meninas em todo o n\u00edvel educacional se conta tamb\u00e9m a carga de manuten\u00e7\u00e3o do lugar, normais patriarcais que subestimam a educa\u00e7\u00e3o destas, amea\u00e7as de viol\u00eancia sexual dentro e fora das escolas, casamentos precoces e\/ou for\u00e7ados e gravidez na adolesc\u00eancia\u201d. Estere\u00f3tipos religiosos, pol\u00edticos e culturais, e outros fatores ideol\u00f3gicos tamb\u00e9m frustram o direito das meninas <strong>\u00e0<\/strong> uma educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, afirmaram.<\/p>\n<p><strong>O que mais podemos fazer?<\/strong><\/p>\n<p>Em suas declara<a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CCcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portaldasnacoes.pt%2F&amp;ei=OgJYUpbrIo_29gSk2IG4BQ&amp;usg=AFQjCNG4DmLxzYM_g8nYAcKOzcBI5yimOg&amp;sig2=Tt_h_gCquVdSoxvytk7JTA\">\u00e7\u00f5es<\/a>, as especialistas fizeram um pedido para aumentar as inscri<a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CCcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portaldasnacoes.pt%2F&amp;ei=OgJYUpbrIo_29gSk2IG4BQ&amp;usg=AFQjCNG4DmLxzYM_g8nYAcKOzcBI5yimOg&amp;sig2=Tt_h_gCquVdSoxvytk7JTA\">\u00e7\u00f5es<\/a>, assist\u00eancia e o acesso de meninas em todos os n\u00edveis educacionais. Isto requer, entre outras coisas:<\/p>\n<p>\uf0b7 \u00a0Fornecer educa\u00e7\u00e3o gratuita e obrigat\u00f3ria pelo menos em n\u00edvel prim\u00e1rio.<\/p>\n<p>\uf0b7\uf020Conscientizar todos os pa\u00eds e a socidade sobre os benef\u00edcios de educar meninas.<\/p>\n<p>\uf0b7\uf020 Fornecer \u00a0<strong>\u00e0<\/strong>s fam\u00edlias os recursos financeiros para pagar os custos incidentais \u00a0da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\uf0b7\uf020Implementar medidas especiais de car\u00e1ter temporal para assegurar a participa\u00e7\u00e3o das meninas em \u00e1reas de estudo em que a mulher est\u00e1 subrepresentada.<\/p>\n<p>\uf0b7\uf020Criar escolas que forne\u00e7am instala<a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CCcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portaldasnacoes.pt%2F&amp;ei=OgJYUpbrIo_29gSk2IG4BQ&amp;usg=AFQjCNG4DmLxzYM_g8nYAcKOzcBI5yimOg&amp;sig2=Tt_h_gCquVdSoxvytk7JTA\">\u00e7\u00f5es<\/a> sanit\u00e1rias e ambientes seguros e, que n\u00e3o se tolere a viol\u00eancia sexual nem persegui\u00e7\u00e3o, incluindo os trajetos feitos desde as escolas.<\/p>\n<p>As pesquisadoras lembraram que para assegurar as medidas de igualdade de g\u00eanero deve-se acompanhar este aumento do acesso <strong>\u00e0<\/strong> educa\u00e7\u00e3o, como por exemplo:<\/p>\n<p>\uf0b7\uf020Terminar com a segrega\u00e7\u00e3o de g\u00eanero nos curr\u00edculos escolares e permitir a participa\u00e7\u00e3o de meninas em \u00e1reas n\u00e3o tradicionais.<\/p>\n<p>\uf0b7\uf020 Potenciar as meninas, passando de um enfoque did\u00e1tico a um construtivista, que permita-lhes ser estudantes ativas, assertivas e seguras de si.<br \/>\n\uf0b7\uf020Eliminar curr\u00edculos, livros de texto e materiais de ensino que reproduzam normas patriarcais.<br \/>\n\uf0b7\uf020Introduzir cursos obrigat\u00f3rios de concientiza\u00e7\u00e3o de g\u00eanero para professores.<br \/>\n\u201cO tempo de atuar \u00e9 agora\u201d, ressaltaram as especialistas.<\/p>\n<p><strong>(*)<\/strong> Leia a declara\u00e7\u00e3o completa em ingl\u00eas:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ohchr.org\/EN\/NewsEvents\/Pages\/DisplayNews.aspx?NewsID=13841&amp;LangID=E\">http:\/\/www.ohchr.org\/EN\/NewsEvents\/Pages\/DisplayNews.aspx?NewsID=13841&amp;LangID=E <\/a><\/p>\n<p><em>Esta <\/em><em>declara<\/em><em>\u00e7\u00e3o<\/em><em> conjunta foi emitida pelo Grupo de Trabalho das<\/em><em> Na<\/em><a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CCcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portaldasnacoes.pt%2F&amp;ei=OgJYUpbrIo_29gSk2IG4BQ&amp;usg=AFQjCNG4DmLxzYM_g8nYAcKOzcBI5yimOg&amp;sig2=Tt_h_gCquVdSoxvytk7JTA\"><em>\u00e7\u00f5es<\/em><\/a><em> Unidas sobre a discrimina<\/em><em>\u00e7\u00e3o<\/em><em> legal e na pr\u00e1tica contra as mulheres (Frances Raday, presidenta-relatora; Emna Aouij, vice-presidenta; Patricia Olamendi Torres; Kamala Chandrakirana; e Eleonora Zielinska); \u00a0Comit<\/em><em>\u00ea<\/em><em> da ONU para a Elimina<\/em><em>\u00e7\u00e3o<\/em><em> da Discrimina<\/em><em>\u00e7\u00e3o<\/em><em> contra a Mulher (CEDAW); Relatora Especial para os Direitos da Mulher da Comiss<\/em><em>\u00e3o<\/em><em> Africana dos Direitos Humanos e\u00a0 dos Povos (ACHPR), Soyata Maiga; Relatora Especial para os Direitos da Mulher da Comiss<\/em><em>\u00e3o<\/em><em> Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Tracy Robinson; e a Diretora da Comis<\/em><em>s\u00e3o<\/em><em> de Igualdade de G<\/em><em>\u00ea<\/em><em>nero do Conselho Europeu, Carlien Scheele. <\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\n<\/em><strong><em>As especialistas mencionadas acima se reuniram pela primeira vez em Genebra, Su\u00ed<\/em><\/strong><em>\u00e7a<\/em><strong><em>, em primeiro de outubro de 2013 para fazer uma troca de vis\u00f5es sobre os Direitos da mulher na ONU.<\/em><\/strong><strong><em> <\/em><\/strong><em><br \/>\n<\/em><br \/>\n<em>Revise en espa\u00f1ol la Convenci\u00f3n de la ONU para la <\/em><a href=\"http:\/\/www2.ohchr.org\/spanish\/law\/cedaw.htm\"><em>Eliminaci\u00f3n de toda forma de Discriminaci\u00f3n contra la Mujer<\/em><\/a><em> y la Convenci\u00f3n de los <\/em><a href=\"http:\/\/www2.ohchr.org\/spanish\/law\/crc.htm\"><em>Derechos del Ni\u00f1o<\/em><\/a><\/p>\n<p><em>Para mais informa\u00e7\u00f5es e pedidos de imprensa, por favor entre em contato com Narcisse Madjiyore Dongar (+41 22 917 9325 \/ <\/em><a href=\"mailto:ndongar@ohchr.org\"><em>ndongar@ohchr.org<\/em><\/a><em>)<\/em><em> <\/em><\/p>\n<p>Para <strong>perguntas de imprensa<\/strong> relacionadas com outros peritos independentes da ONU:<br \/>\nXabier Celaya, ACNUDH \u2013 Unidade de Imprensa (+ 41 22 917 9383 \/ <a href=\"mailto:xcelaya@ohchr.org\">xcelaya@ohchr.org<\/a>)<\/p>\n<p><strong>ONU Direitos Humanos, acompanhe nossas redes sociais:<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/onudh\">Facebook<\/a><strong><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/onu_derechos\">Twitter<\/a><strong><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/user\/onuderechos\">YouTube<\/a> <strong><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/plus.google.com\/u\/0\/+unitednationshumanrights\/posts\">Google+<\/a> <strong><br \/>\n<\/strong><a href=\"http:\/\/storify.com\/UNrightswire\">Storify<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Genebra (10 de outubro de 2013) \u2013 Um grupo de especialistas em direitos humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas proporam hoje uma s\u00e9rie de pontos chave para que os governos, sociedade civil, setor privado e encarregados de desenvolver pol\u00edticas p\u00fablicas possam dar um futuro melhor a todas as \u201cMalalas\u201d do mundo atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o. \u201cA exclus\u00e3o das 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